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Ásia

China decreta alerta máximo após cheia recorde do rio Amur

28 ago 2013 - 02h52
(atualizado às 03h19)
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O rio Amur, considerado o oitavo maior do mundo e que marca a fronteira entre China e Rússia, alcançou níveis recordes em alguns trechos, enquanto as autoridades chinesas decretaram alerta máximo e ordenaram o reforço dos diques, além de outras medidas de prevenção de inundações, informou nesta quarta-feira a imprensa local.

As cheias do Amur e outros importantes rios do extremo nordeste da China, como o Songhua e o Ussuri, causaram a morte de 85 pessoas
As cheias do Amur e outros importantes rios do extremo nordeste da China, como o Songhua e o Ussuri, causaram a morte de 85 pessoas
Foto: AFP

Em algumas estações de medição, as águas do Amur (também conhecido como Heilongjiang, "Rio do Dragão Negro") estavam 2,5 metros acima dos níveis de segurança, sendo que os meteorologistas advertem que a situação poderá se agravar nos próximos 10 dias, assinalou jornal South China Morning Post.

As cheias do Amur e outros importantes rios do extremo nordeste da China, como o Songhua e o Ussuri, causaram a morte de 85 pessoas e deixaram outras 105 desaparecidas nas últimas duas semanas, além de grandes danos materiais na Rússia.

Os primeiros-ministros russo e chinês, Dmitri Medvedev e Li Keqiang, respectivamente, tomaram medidas conjuntas para ampliar o controle das inundações e ajudar os desabrigados, entre eles dezenas de milhares de pessoas que foram evacuadas em ambas margens do Amur.

A China costuma registrar grandes inundações a cada verão, embora estas sejam mais constantes no lado sul do país asiático.

EFE   
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