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América Latina

Piñera pede que 'parte positiva' da ditadura de Pinochet seja reconhecida

O presidente chileno afirmou que o governo militar modernizou o país para 'enfrentar os desafios que vinham'

3 abr 2013 - 22h33
(atualizado às 22h36)
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Presidente chileno Sebastian Piñera lamenta a morte do líder venezuelano em conferência de imprensa no Palácio La Moneda, em Santiago
Presidente chileno Sebastian Piñera lamenta a morte do líder venezuelano em conferência de imprensa no Palácio La Moneda, em Santiago
Foto: AFP

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, defendeu nesta quarta-feira que a “parte positiva” da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990) seja reconhecida pela população. A declaração foi feita durante um encontro com a imprensa estrangeira no país. As informações são da CNN Chile.

“Perder a democracia no Chile foi muito custoso e muito doloroso, significou 17 anos nos quais o nosso país não conseguiu ter democracia nem liberdade e ainda se cometeram graves e reiteradas violações aos direitos humanos”, manifestou Piñera. “Também temos que reconhecer a parte positiva do governo militar, no que diz respeito a modernizações muito importantes que permitiram ao nosso país enfrentar os desafios que vinham no futuro”, completou.

Piñera afirmou que espera que os chilenos “celebrem” os 40 anos do golpe militar de 1973 com “um olhar para o futuro”. “A transição do governo militar para o governo democrático nós já fizemos muito bem. Agora temos outro desafio, tão grande quanto o anterior, que é fazer a transição de um país subdesenvolvido e com pobreza para um país desenvolvido, sem pobreza e com oportunidades para todos”, disse.

No encontro com os jornalistas, o presidente falou sobre diferentes assuntos, como a candidatura da ex-presidente Michelle Bachelet nas eleições de novembro próximo e os 40 anos do golpe de Estado no governo socialista de Salvador Allende, que serão lembrados no dia 11 de setembro deste ano.

O Chile terá eleições presidenciais no final do ano e Bachelet enfrentará o ministro Laurence Golborne, que será o candidato da situação já que a Constituição veta a reeleição imediata do atual presidente. 

Fonte: Terra
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