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América Latina

ONU Mulheres lança campanha em Quito: "o valente não é violento"

11 jul 2013 - 00h43
(atualizado às 01h53)
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Com um show musical em um dos shoppings mais movimentados da capital equatoriana, a ONU Mulheres lançou nesta quarta-feira sua mais recente campanha, "O valente não é violento", uma estratégia com a qual procura mudar a realidade das mulheres que ainda são vítimas de agressões nas sociedades latino-americanas.

"O valente não discute, dialoga", diz um dos cartazes da campanha
"O valente não discute, dialoga", diz um dos cartazes da campanha
Foto: EFE

"O valente não agride nem com golpes e nem com palavras", dizia uma frase impressa nas camisetas que o escritório da ONU Mulheres distribuiu entre os presentes.

"É com essa frase que a organização tenta se impor para mudar séculos de violência contra as mulheres", declarou o prefeito de Quito, Augusto Barreira, durante o ato da ONU Mulheres na capital equatoriana.

"Temos séculos de tradição da violência e este é o momento de mudarmos essa história", indicou Barreira, ao assinalar que a Prefeitura também empreendeu vários programas neste aspecto. "Nos introduziram na cabeça que o mais valente é aquele que mais grita, o prepotente, o que bate no mais fraco e o que bate em mulheres" e, por isso, "a ideia é mudar esse estereótipo", afirmou Barreira.

Já Nadine Gasman, representante de ONU Mulheres no Brasil e que se encontrava em Quito por causa do lançamento da campanha, declarou que são os jovens os que devem encarar esse combate contra a violência de gênero.

Segundo a ONU Mulheres, quase um terço das mulheres sul-americanas foram vítimas de violência física ou sexual por parte de seu cônjuge, enquanto 10% sofreu violência sexual pelas mãos de outras pessoas.

"O que procuramos com esta campanha é fazer com que a luta contra a violência de gênero passe a fazer efeito nas ruas e que esta mudança de atitude perpetue, sobretudo, entre os jovens da América Latina, que são os encarregados de impedir que esse círculo de violência seja mantido", finalizou a representante brasileira.

EFE   
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