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Em hiperinflação, Venezuela põe salário mínimo a U$1,14

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, diz que a situação do país é resultado de uma guerra econômica liderada por opositores e os EUA

21 jun 2018
09h24
atualizado às 11h04
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A Venezuela triplicou o salário mínimo para 3 milhões de bolívares, o equivalente a US$ 1,14 na taxa de câmbio do mercado negro, uma vez que o país enfrenta a hiperinflação.

Em um discurso televisionado, o presidente Nicolás Maduro disse, na quarta-feira, que os trabalhadores também receberão 2,2 milhões de bolívares em vales-refeição, elevando a compensação total a 5,2 milhões de bolívares -- cerca de US$ 1,98 no mercado negro.

A inflação atual da nação antes próspera está perto de 25.000%, de acordo com a legislatura controlada pela oposição, e os cidadãos enfrentam uma escassez crônica de alimentos e remédios.

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, diz que a situação venezuelana é resultado de uma "guerra econômica" liderada por políticos opositores com a ajuda de Washington
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, diz que a situação venezuelana é resultado de uma "guerra econômica" liderada por políticos opositores com a ajuda de Washington
Foto: Reuters

Atualmente os aumentos do salário mínimo são decretados várias vezes por ano, mas raramente acompanham a depreciação do bolívar, que perdeu 99% de seu valor no mercado negro desde que Maduro tomou posse em 2013.

Maduro diz que a situação venezuelana é resultado de uma "guerra econômica" liderada por políticos opositores com a ajuda de Washington.

Veja também:

Maduro enfrenta condenação internacional após reeleição

 

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