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Advogado principal de Trump em investigação sobre Rússia deixa caso

22 mar 2018 - 18h27
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O advogado principal do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na investigação norte-americana sobre envolvimento russo na eleição presidencial de 2016 disse nesta quinta-feira que está deixando o caso.

Advogado John Dowd deixa tribunal em Nova York
 11/5/2011    REUTERS/Brendan McDermid
Advogado John Dowd deixa tribunal em Nova York 11/5/2011 REUTERS/Brendan McDermid
Foto: Reuters

"Eu amo o presidente e lhe desejo o bem", disse o advogado John Dowd à Reuters em email.

A renúncia foi relatada nesta quinta-feira pela primeira vez pelo New York Times, citando fontes, incluindo uma que disse que Trump estava cada vez mais ignorando conselhos de Dowd.

Dowd não comentou imediatamente sobre o motivo pelo qual renunciou.

Dowd e Jay Sekulow, que também representa Trump na investigação sobre a Rússia, estiveram em negociações nas semanas recentes sobre um possível interrogatório de Trump com o procurador especial Robert Mueller, disseram pessoas familiares à questão à Reuters.

Sekulow disse em comunicado que Dowd é "um amigo e tem sido um membro valioso de nossa equipe jurídica".

"Nós iremos continuar nossa representação em andamento do presidente e nossa cooperação com o escritório do procurador especial", disse Sekulow.

No sábado, Dowd pediu um fim à investigação, que disse ter sido fabricada pelo ex-diretor do FBI James Comey.

Dowd tem sido o principal advogado externo de Trump para a investigação sobre a Rússia desde meados do ano passado, quando o advogado pessoal de Trump, Marc Kasowitz, deixou o cargo.

Mais cedo nesta semana, Trump contratou o advogado Joseph DiGenova, que acusa o FBI e o Departamento de Justiça dos EUA de tentarem produzir evidências falsas para Trump com o que diz serem acusações falsas de conluio com a Rússia durante a campanha eleitoral de 2016.

A contratação de DiGenova é vista como um possível sinal de um movimento agressivo para descreditar Mueller.

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