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Mulheres são presas após cobrarem R$ 400 para pintar turistas sem autorização em Salvador

Duas mulheres foram presas em Salvador após cobrarem R$ 400 para pintar turistas sem autorização no Centro Histórico

27 ago 2025 - 09h03
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Na segunda-feira (25), duas mulheres foram presas em flagrante após exigirem R$ 400 de duas turistas do Pará por uma pintura corporal no Pelourinho, em Salvador. Segundo a Polícia Civil, o caso aconteceu no Centro Histórico, quando as visitantes foram surpreendidas com a cobrança de R$ 200 cada, valor que não haviam combinado.

Mulheres são presas após cobrarem R$ 400 para pintar turistas sem autorização em Salvador / Reprodução
Mulheres são presas após cobrarem R$ 400 para pintar turistas sem autorização em Salvador / Reprodução
Foto: Contigo

As turistas relataram às autoridades que não pediram para participar da atividade e ficaram espantadas quando as mulheres insistiram no pagamento. A corporação classificou a prática como crime de extorsão e registrou a ocorrência na Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur). "As vítimas afirmaram que não solicitaram o serviço e se assustaram com o valor apresentado", informou a polícia em nota oficial.

Prisão aconteceu em ponto turístico movimentado da capital

De acordo com informações da corporação, a prisão ocorreu no Largo do Terreiro de Jesus, local conhecido pela grande circulação de visitantes. Policiais militares que atuavam na região foram acionados no momento da cobrança e acompanharam a condução das suspeitas. As mulheres, que não tiveram seus nomes divulgados, foram levadas juntamente com as turistas para prestar depoimento.

A prática de pintura corporal é frequentemente oferecida em pontos turísticos de Salvador. A tradição remete à estética da Timbalada, grupo fundado em 1991 por Carlinhos Brown, e se tornou um símbolo cultural da cidade. No entanto, a cobrança sem consentimento dos visitantes transformou a atividade em um caso policial. "As suspeitas foram autuadas por extorsão e seguem à disposição da Justiça", completou a nota da Polícia Civil.

As autoridades reforçaram a necessidade de turistas ficarem atentos a serviços não solicitados em locais de grande movimentação. Apesar de ser uma manifestação cultural relevante, o episódio mostra como práticas abusivas podem comprometer a experiência de quem visita a capital baiana.

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