0

MP processa Alckmin e pede suspensão de direitos políticos

Informação foi veiculada pelo site especializado em notícias jurídicas "Jota"; acusação seria por improbidade administrativa

5 set 2018
10h22
atualizado às 10h32
  • separator
  • 0
  • comentários
  • separator

O Ministério Público de São Paulo apresentou uma ação de improbidade administrativa contra o ex-governador do Estado e candidato à Presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin, e pediu a suspensão dos direitos políticos do tucano, de acordo com o site especializado em notícias jurídicas "Jota".

Candidato à Presidência do PSDB, Geraldo Alckmin, reage durante evento em Brasília 2/08/ 2018. REUTERS/Ueslei Marcelino
Candidato à Presidência do PSDB, Geraldo Alckmin, reage durante evento em Brasília 2/08/ 2018. REUTERS/Ueslei Marcelino
Foto: Reuters

Procurado, o Ministério Público não confirmou a informação. Mais cedo, o MP-SP convocou uma entrevista coletiva para a tarde desta quarta-feira para comentar o inquérito civil que investiga Alckmin por suspeita de atos de improbidade administrativa.

De acordo com o MP, "será a primeira e última vez" que o promotor de Justiça Ricardo Manuel Castro vai se manifestar sobre o caso, que está sob sigilo e se refere às campanhas de 2010 e 2014 de Alckmin ao governo do Estado de São Paulo.

O Jota publicou na íntegra a ação impetrada pelo MP-SP.

Alckmin é investigado por suspeita de improbidade administrativa no caso em que delatores ligados à Odebrecht apontaram o tucano como beneficiário de 10 milhões de reais em caixa dois eleitoral.

À época da abertura do inquérito, em abril, a assessoria de imprensa de Alckmin disse que o tucano via a decisão do MP paulista com tranquilidade "por ter total consciência da correção de seus atos" e que estava à disposição para esclarecimentos.

Procurada nesta quarta-feira, a assessoria de Alckmin não respondeu de imediato.

Veja também

 

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
  • separator
  • 0
  • comentários
publicidade