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Trump defende bloqueio nuclear ao Irã e critica falta de apoio de aliados da Otan

Em reunião na Casa Branca com o primeiro-ministro da Irlanda, presidente dos Estados Unidos afirma que "não podemos permitir que lunáticos tenham armas nucleares"

17 mar 2026 - 20h57
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Durante encontro oficial com o primeiro-ministro da Irlanda, Micheál Martin, nesta terça-feira (17), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abordou a estratégia militar no Oriente Médio. O evento, realizado na Casa Branca em celebração ao Dia de São Patrício, teve como ponto central a capacidade bélica iraniana e a segurança energética global.

Donald Trump e o primeiro
Donald Trump e o primeiro
Foto: ministro da Irlanda, Micheál Martin - Win McNamee/Getty Images / Perfil Brasil

O presidente norte-americano declarou que o impedimento do acesso do Irã a armamentos nucleares é uma prioridade de sua gestão. "Não podemos permitir que lunáticos tenham armas nucleares", afirmou Trump ao comentar a ofensiva contra o regime de Teerã. Segundo o líder estadunidense, o impacto das operações exigirá que o Irã leve ao menos dez anos para recuperar os danos sofridos.

Questionado sobre a alta nos preços de energia que afeta nações como a Irlanda, Trump associou a resolução do conflito à estabilização do mercado. De acordo com o presidente, o fim das hostilidades, previsto por ele para um curto prazo, resultará em uma queda acentuada nos custos dos combustíveis e eletricidade.

Um dos temas de maior destaque na reunião foi a ausência de suporte militar por parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Trump manifestou descontentamento com a decisão dos países membros de não se envolverem na operação militar. Em publicações na rede social Truth Social, o presidente afirmou que os Estados Unidos não dependem do auxílio desses sócios, estendendo a crítica a Japão, Austrália e Coreia do Sul, que também negaram apoio.

Para o presidente, a recusa dos aliados em participar das ações contra o Irã configura um erro estratégico. "Nós não precisamos deles, mas eles deveriam ter ajudado", reforçou durante a coletiva.

Apesar da dominância de temas bélicos, a visita de Micheál Martin serviu para reafirmar os laços entre Washington e Dublin. O primeiro-ministro irlandês ressaltou a importância histórica da comunidade de seu país nos Estados Unidos e a necessidade de manter canais diplomáticos ativos. Trump, por sua vez, previu que o comércio entre os dois países apresentará um crescimento rápido no próximo período.

Perfil Brasil
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