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Matador do PCC é preso após execução disfarçado de motoboy

Matador do PCC, condenado a 35 anos por homicídio, é preso após um ano foragido; ele executou rival disfarçado de motoboy

26 set 2025 - 09h04
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André Andrade Bueno dos Reis, membro do Primeiro Comando da Capital (PCC) e foragido da Justiça há um ano, foi preso nesta quarta-feira (24) pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Ele é condenado por ter executado a sangue frio um rival disfarçado de motoboy em fevereiro de 2022.

Matador do PCC é preso após execução disfarçado de motoboy
Matador do PCC é preso após execução disfarçado de motoboy
Foto: Contigo

Segundo as informações divulgadas no portal Metrópoles, o crime brutal foi registrado por câmeras de segurança e chocou pela frieza do executor. André se disfarçou com capacete e máscara e simulou interesse em trocar uma nota de R$ 20 com a vítima, Silvano Graciano da Silva, conhecido como "Espiga", que trabalhava no local.

O vídeo mostra o momento em que André saca um revólver e abre fogo. Apesar da vítima ter reagido e tentado tomar a arma do assassino, Silvano foi atingido por múltiplos disparos, a maioria no rosto. O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) classificou o crime como de meio cruel e por motivo torpe.

Segundo o MPDFT, a motivação do assassinato está ligada à rivalidade entre as facções criminosas das quais autor e vítima faziam parte. Além disso, o crime envolveu um contexto de dívidas que André possuía com traficantes.

A investigação policial foi crucial para a identificação do condenado. Embora ele usasse disfarces, a luta corporal com a vítima fez com que o capacete e a máscara fossem retirados, expondo o rosto do criminoso para as câmeras de segurança.

André Andrade já possui um histórico criminal e havia sido condenado em 2019 por organização criminosa. Em junho de 2024, ele recebeu uma nova e pesada pena de 35 anos de prisão por homicídio qualificado. Ele estava foragido desde então.

Contador ligado ao filho de Lula é alvo de operação que investiga esquema do

João Muniz Leite, contador que já prestou serviços ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como "Lulinha", foi alvo de uma operação do Ministério Público de São Paulo nesta quinta-feira, 25. A investigação mira uma rede de postos de combustíveis suspeita de integrar um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

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