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'Juíza não teve estômago para ver o vídeo todo', relata mulher agredida com 61 socos pelo ex-namorado

30 jul 2025 - 17h19
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A juíza responsável pela audiência de custódia que manteve a prisão de Igor Eduardo Cabral, acusado de espancar a ex-namorada com 61 socos, não conseguiu assistir ao vídeo completo da agressão. Segundo Juliana Garcia dos Santos Soares, de 35 anos, vítima do ataque, a magistrada "não teve estômago" para ver todas as imagens exibidas durante o procedimento judicial.

Mulher que foi agredida por 61 socos por namorado vai precisar passar por cirurgia de reconstrução facial
Mulher que foi agredida por 61 socos por namorado vai precisar passar por cirurgia de reconstrução facial
Foto: Reprodução / Perfil Brasil

"A juíza que fez a audiência de custódia não conseguiu ver o vídeo todo que está sendo vinculado nas redes sociais. Ela não teve estômago para ver o vídeo todo e deixou ele preso. Acho que é (prisão) preventiva que chama. Ele continua preso", afirmou Juliana em entrevista à TV Record.

A vítima, que foi agredida com 61 socos, detalhou que o relacionamento já apresentava sinais de violência antes da agressão registrada. A convivência com o ex-jogador de basquete, segundo ela, era marcada por episódios de abuso psicológico e empurrões. Apesar disso, Juliana não imaginava que a situação pudesse escalar para uma tentativa de homicídio.

"Foi uma grande decepção", disse a vítima

Juliana afirmou que o ex-companheiro perdeu o controle após ela receber uma mensagem no celular. O casal estava na piscina do condomínio. Irritado, Igor jogou o aparelho da vítima na água. Ao ser acusado de traição, Juliana tentou se afastar. Ela subiu sozinha pelo elevador e permaneceu dentro da cabine ao perceber que o homem a esperava no andar de casa.

"Aí eu não saí, e ele se irritou por isso. Ele disse que eu ia morrer e começou a me bater. Eu não apaguei, mas também não estava consciente o suficiente para me lembrar o que ele falou naquele momento", relatou.

A reconstrução facial da vítima, inicialmente marcada para segunda-feira (29), precisou ser adiada por causa de um edema causado pelas fraturas no rosto. Juliana teve lesões no nariz, mandíbula, globo ocular, bochecha e maxilar. Por enquanto, segue com alimentação à base de líquidos e pastosos.

Qual é o estado de saúde de Juliana?

Segundo Jaqueline Garcia, tia da vítima, Juliana se recupera em casa, após receber alta do hospital. Uma nova avaliação médica está prevista para ocorrer entre sexta-feira e sábado. Jaqueline classificou o agressor como um "monstro" e disse que nunca imaginou que algo assim poderia acontecer tão perto da família.

"Eu não consigo chamar esse homem pelo nome. Para mim, ele é um monstro. A gente sempre pensa que essas coisas estão distantes da gente, mas não estão. Espero que a justiça seja feita nesse caso", disse.

Jaqueline contou ainda que os parentes, que vivem em Curitiba, não tinham uma convivência próxima com Igor Eduardo Pereira Cabral, e nunca presenciaram comportamentos violentos por parte dele.

Perfil Brasil
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