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Jair Bolsonaro diz no Twitter que tema pena de morte não fará parte de seu governo

Ao jornal O Globo, filho do presidente eleito Eduardo Bolsonaro defendeu possibilidade de pena de morte para traficantes de drogas e autores de crimes hediondos

16 dez 2018
11h53
atualizado às 12h16
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SÃO PAULO - O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), escreveu há pouco em sua conta no Twitter que o assunto pena de morte não fez parte de sua campanha. "Além de tratar-se de cláusula pétrea da Constituição, não fez parte de minha campanha. Assunto encerrado antes que tornem isso um dos escarcéus (sic) propositais diários."

A afirmação é uma resposta à reportagem publicada neste domingo pelo O Globo. Na manchete, o jornal informa que Eduardo Bolsonaro, deputado federal (PSL-SP), defendeu a possibilidade de pena de morte para traficantes de drogas e autores de crimes hediondos.

O deputado deseja implementar um sistema parecido ao da Indonésia, onde esteve em 2017 em visita a presídios onde dois brasileiros foram executados por tráfico de drogas.

Filho mais atuante de Bolsonaro, o deputado reconhece, na entrevista ao jornal, que é uma cláusula pétrea da Constituição, porém argumenta que existem exceções. "Uma é para o desertor em caso de guerra. Por que não colocar outra exceção para crimes hediondos", questiona.

Estadão
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