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Irã ataca bases americanas e fecha o Estreito de Ormuz

Teerã disparou mísseis e drones contra instalações militares dos Estados Unidos na região. A medida ocorre após forte ofensiva ordenada por Washington

12 jul 2026 - 10h43
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O governo do Irã intensificou neste domingo uma série de ataques coordenados utilizando mísseis e drones. A ofensiva militar mirou alvos espalhados por diversos países do Golfo Pérsico. Esse bombardeio ocorreu como resposta direta a incursões aéreas executadas recentemente pelas forças dos Estados Unidos. Diante do cenário, as autoridades de Teerã anunciaram o bloqueio total do Estreito de Ormuz por tempo indeterminado.

Forças dos EUA atacam o Irã
Forças dos EUA atacam o Irã
Foto: Divulgação/Comando Central dos EUA / Perfil Brasil

Irã ataca bases americanas

Com efeito, a nova escalada do conflito envolveu ataques diretos contra bases que abrigam soldados norte-americanos. Os projéteis atingiram pontos estratégicos localizados na Jordânia, no Bahrein, no Catar, em Omã e nos Emirados Árabes Unidos. A onda de agressões começou após a Guarda Revolucionária Islâmica interceptar navios comerciais naquela região marítima. O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, utilizou canais digitais para emitir um forte alerta ao governo inimigo:

"O Irã fez uma escolha ruim. Agora eles pagam."

Em resposta ao comportamento iraniano, o Comando Central dos Estados Unidos confirmou a destruição de aproximadamente 140 postos militares rivais. As investidas americanas desestruturaram depósitos de munição, bases de drones e redes de comunicação ao longo de três noites. O presidente americano, Donald Trump, já havia declarado de forma oficial o encerramento do cessar-fogo vigente entre as nações. Do outro lado, o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, prometeu vingança contra os ataques ocidentais.

Os impactos nas províncias e os alvos atingidos

Sob outra perspectiva, os meios de comunicação de Teerã relataram danos severos em estruturas internas do país. Os caças norte-americanos atingiram o oeste do território iraniano, nos arredores da cidade de Veysian. O complexo militar de Khondab e cinco municípios da província de Bushehr também sofreram com os impactos das soluções bélicas. Desse modo, o governo local acusa vizinhos árabes de colaborarem com o exército ocidental ao cederem espaço aéreo e suporte logístico.

Além disso, a Guarda Revolucionária detalhou os prejuízos causados pelas suas próprias forças neste domingo. Os mísseis iranianos destruíram depósitos de munição no Kuwait e centros de manutenção de caças em solo catari. Ademais, o monitoramento por radares e os sistemas de reabastecimento de navios em Omã também sofreram sérias avarias. Especialistas temem que a suspensão da navegação de navios petroleiros gere uma crise imediata no mercado de combustíveis.

Desse modo, a comunidade internacional observa com apreensão a falta de diálogo entre as potências envolvidas. O fechamento de rotas marítimas comerciais sufoca a economia e eleva o preço de mercadorias globalmente. Conclui-se que as ações tomadas pelas duas potências anulam as chances de um acordo de paz imediato. Em suma, o posicionamento rígido das tropas indica que os combates na região devem se estender pelas próximas semanas.

Perfil Brasil
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