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Incêndio no Piauí 230: clientes se unem para reabrir o bar

O Piauí 230, restaurante do bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte, foi atingido por um incêndio em 28 de outubro de 2026 e não tinha seguro

30 out 2026 - 09h01
(atualizado às 10h02)
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Resumo
Após um incêndio destruir o restaurante Piauí 230 em Belo Horizonte no dia 28 de outubro de 2026, clientes e amigos criaram uma vaquinha virtual para reabrir o local, que não possuía seguro. Com meta de R$ 70 mil, a campanha visa reconstruir a estrutura, manter os salários dos funcionários durante o fechamento e doar 5% a uma instituição de caridade. Dois dias após o incidente, a mobilização já havia arrecadado mais da metade do valor necessário por meio de centenas de apoiadores.

O Piauí 230, restaurante do bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte, foi atingido por um incêndio em 28 de outubro de 2026 e não tinha seguro. Amigos do restaurante criaram uma Vakinha de R$ 70 mil para reconstruir o espaço e pagar a equipe enquanto ele estiver fechado. Em 30 de outubro, a campanha somava R$ 39.237 de 223 apoiadores: faltavam R$ 30.763.

Incêndio no Piauí 230: clientes se unem para reabrir o bar
Incêndio no Piauí 230: clientes se unem para reabrir o bar
Foto: Vakinha / Vakinha

Dá para ajudar com qualquer valor pela página de contribuição ou compartilhando a campanha.

O que é o Piauí 230

Também chamado de Bar do Alê, Boloteco ou pelo nome antigo, Sabor do Dia, o Piauí 230 foi fundado por Alexandre Olivetti, que comanda a casa ao lado de Mariana.

O restaurante reúne estudantes da Dom Helder, moradores de Santa Efigênia e profissionais dos hospitais e empresas da região. Eles vão pelo almoço da semana, pelos hambúrgueres e pela cerveja gelada.

O que o incêndio destruiu

O fogo, de grandes proporções, atingiu a cozinha, o salão, as instalações e os equipamentos. Em poucas horas, boa parte do que Alexandre e Mariana construíram foi perdida.

O restaurante não tinha seguro para cobrir o prejuízo. Com as portas fechadas, os salários da equipe também ficam em risco.

Para que serve o dinheiro

A meta de R$ 70 mil tem três destinos:

  • a reconstrução do restaurante;
  • os salários e as obrigações essenciais da equipe enquanto o espaço estiver fechado;
  • 5% para uma instituição de caridade, que será anunciada aos apoiadores.

Como ajudar a reabrir o Piauí 230

"Mais do que reconstruir um restaurante, queremos preservar empregos, histórias, amizades e um lugar que sempre foi nosso ponto de encontro", escrevem os amigos que organizaram a campanha.

Há duas formas de ajudar:

  • Doar qualquer valor, de R$ 20 em diante, pela página de contribuição.
  • Compartilhar a campanha com quem já almoçou, tomou uma cerveja ou comemorou algo no Piauí 230.
  • Seu negócio também foi atingido?

    Quem perdeu o próprio negócio em um incêndio, enchente ou outro desastre também pode pedir apoio. Criar uma Vakinha é gratuito e leva poucos minutos: comece por aqui.

    Perguntas frequentes Onde fica o Piauí 230?

    No bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte (MG). O restaurante também é conhecido como Bar do Alê, Boloteco e, antigamente, Sabor do Dia.

    Quando foi o incêndio?

    Em 28 de outubro de 2026. A Vakinha foi criada no dia seguinte, 29 de outubro.

    Quem organizou a Vakinha?

    Amigos do restaurante, com o apoio de Fábio Lopes Vale, em solidariedade a Alexandre, Mariana e aos funcionários.

    Para onde vai o dinheiro?

    Para a reconstrução do restaurante e para os salários da equipe enquanto ele estiver fechado. Outros 5% vão para uma instituição de caridade, que ainda será anunciada.

    Como saber se a campanha é segura?

    Doe sempre pela página oficial da campanha, no site ou no app do Vakinha. Na dúvida, use a verificação de links para confirmar se o endereço é oficial.

    Vakinha
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