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Governo federal identifica a circulação de três novas drogas no Brasil

SAR permite que qualquer pessoa notifique suspeitas de novas substâncias

12 set 2025 - 19h22
(atualizado às 19h47)
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Resumo
Governo federal alerta para a circulação de três novas substâncias psicoativas no Brasil, identificadas pelo SAR, com origem em produtos estrangeiros e casos relatados envolvendo opioides sintéticos.
Apesar de muitas opções de compras disponíveis, existem itens que não podem ser trazidos para o Brasil, seja por questões de segurança, saúde ou por violação de direitos autorais. Exemplos: produtos falsificados, drogas, substâncias entorpecentes, e espécies de animais ou plantas sem a devida documentação.
Apesar de muitas opções de compras disponíveis, existem itens que não podem ser trazidos para o Brasil, seja por questões de segurança, saúde ou por violação de direitos autorais. Exemplos: produtos falsificados, drogas, substâncias entorpecentes, e espécies de animais ou plantas sem a devida documentação.
Foto: divulgação / Administração de Repressão às Drogas dos EUA / Flipar

O Brasil registrou recentemente a circulação de três substâncias psicoativas até então desconhecidas no País. O alerta foi emitido pelo Sistema de Alerta Rápido sobre Drogas (SAR), vinculado à Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Duas das substâncias foram encontradas em um produto industrializado estrangeiro, os Magic Mushroom Gummies, da marca TRE Hoouse. Embora seja a primeira ocorrência no Brasil, ambas já haviam sido detectadas em países como Chile, Canadá e Bélgica. A identificação foi realizada pela Científica de Santa Catarina, com apoio da Polícia Federal.

A terceira substância, o N-pirrolidino protonitazeno, um opioide sintético, foi detectada pelo Laboratório de Toxicologia Analítica e pelo Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Campinas (CIATox-Campinas), após exame de um paciente que relatou ter consumido álcool junto com um comprimido. Essa substância já havia sido identificada em países como Canadá, França e Alemanha.

O SAR faz parte do Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas (Sisnad) e é gerenciado pela Senad, vinculada ao Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (Obid). A ferramenta tem como objetivo captar, analisar e disseminar dados sobre novas substâncias psicoativas, bem como sobre alterações em substâncias já conhecidas, oferecendo respostas rápidas a ameaças à saúde e à segurança pública.

Fonte: Redação Terra
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