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Elon Musk sobre morte de Charlie Kirk: 'A Esquerda é o partido do assassinato'

O empresário Elon Musk utilizou o seu perfil no X, rede social que é dono, para criticar a esquerda após a morte do líder conservador Charlie Kirk.

11 set 2025 - 12h05
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O empresário Elon Musk utilizou o seu perfil no X, rede social que é dono, para criticar a esquerda após a morte do líder conservador Charlie Kirk, que faleceu após ser baleado durante evento em universidade.

Elon Musk e Charlie Kirk
Elon Musk e Charlie Kirk
Foto: Fotos: Andrew Harnik/Getty Images e Divulgação/ C-Span / Portal de Prefeitura

"A Esquerda é o partido do assassinato", escreveu o bilionário.

Musk também concordou com a resposta de um usuário que acusou ativistas do espectro político de formentar a radicalização e a polarização nos Estados Unidos e no mundo.

Ataques contra líderes da Direita

A violência contra políticos de direita vem ocorrendo de forma mais recorrente em diversas partes do mundo, revelando um cenário de insegurança e polarização política crescente.

De assassinatos a atentados frustrados, os casos mostram que o debate público está cada vez mais marcado pelo risco físico enfrentado por lideranças conservadoras.

Nos Estados Unidos, o caso mais recente é a morte do comentarista conservador Charlie Kirk, atingido por um tir na quarta-feira, 10 setembro de 2025, durante um evento em Utah. 

O crime ocorreu pouco mais de um ano após o ex-presidente Donald Trump sobreviver a um atentado em um comício na Pensilvânia, em julho de 2024, quando foi atingido de raspão na orelha direita. Ambos os episódios reforçaram o alerta sobre a escalada da violência política em solo americano.

Na Colômbia, o episódio marcante foi a morte do pré-candidato presidencial Miguel Uribe Turbay, em agosto. O político conservador havia sido baleado dois meses antes, durante um comício em Bogotá. Mesmo após lutar pela vida em estado crítico, Uribe não resistiu aos ferimentos.

Já na Europa, a Alemanha se tornou palco de um caso inusitado, quando em apenas treze dias, seis candidatos da AfD, partido de direita, morreram antes das eleições locais deste ano. 

As autoridades apontaram causas naturais e até suicídios, mas a coincidência abriu espaço para teorias conspiratórias que ganharam força nas redes sociais. 

No Brasil, o destaque é o atentado contra Jair Bolsonaro em 2018, que foi esfaqueado durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), o então candidato à Presidência sobreviveu e foi eleito no pleito. O autor do ataque, Adélio Bispo, foi considerado inimputável pela Justiça.

Portal de Prefeitura
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