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Alckmin: é inacreditável lançar candidato em porta de prisão

Durante campanha em Minas Gerais, candidato do PSDB ao Planalto ainda afirmou que o PT é responsável pela atual crise econômica

12 set 2018
14h17
atualizado às 15h31
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O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, concentrou nesta quarta-feira, 12, ataques ao agora confirmado presidenciável do PT , Fernando Haddad.

Durante campanha em Minas Gerais, o tucano classificou como "inacreditável" o fato de a candidatura do ex-prefeito de São Paulo ter sido confirmada "na porta de uma penitenciária", onde está o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jato. Lula está detido na sede da Polícia Federal de Curitiba desde o dia 7 de abril. A entrada de Haddad na disputa foi confirmada nessa terça-feira, 11, na capital paranaense.

O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, concentrou nesta quarta-feira (12) ataques ao agora confirmado presidenciável do PT , Fernando Haddad
O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, concentrou nesta quarta-feira (12) ataques ao agora confirmado presidenciável do PT , Fernando Haddad
Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

"O PT ficou escondendo o Haddad. Agora vai ter que se apresentar como candidato e explicar 13 milhões de desempregados, porque isso não começou hoje. É herança do PT, quem quebrou o País foram eles. O PT não tem limites para chegar ao poder", disse Alckmin.

Em relação à política econômica a ser adotada, caso vença a eleição, Alckmin afirmou que o Brasil vai crescer 4% em 2019: "Vamos vender avião, helicóptero, cortar na carne, para o Brasil voltar a crescer".

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Estadão Conteúdo

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