Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Veja como os eclipses podem cair na prova de física

Compartilhar

Informação é poder. Muitos gostam de pensar que essa máxima é uma leida Era Digital, mas o fenômeno natural visto na Ásia e em boa parte daÁfrica na semana passada - um eclipse solar que rendeu boas fotos -foi uma das principais armas para quem desejava dominar seuscontemporâneos há milênios atrás.

» Veja vídeo e fotos do eclipse

Que tal ameaçar uma tribo inteira de"apagar" o Sol com um comando simples, caso sua autoridade fosse postaem dúvida? Essa era uma esperteza típica de sacerdotes que aprenderama calcular a ocorrência desses fenômenos - os eclipses foram usadospoliticamente e, hoje, podem servir paragarantir mais um acerto na prova de física, desde que o vestibulando saiba algunsconceitos básicos.

"Em primeiro lugar, o aluno tem que saber que a Terra gira em torno doSol e a Lua, em torno da Terra", diz, meio de brincadeira, meio sério,o professor de física do Anglo Vestibulares, Pierluigi Piazzi. Mas ofundamental é saber que o plano órbita da Terra em torno do Sol e oplano da órbita da Lua em torno da Terra não coincidem: a órbita lunarestá inclinada em quase seis graus.

"Se coincidissem, em toda lua nova haveria um eclipse solar e toda lua cheia haveria um eclipse lunar",diz Piazzi. Assim, os três corpos se alinham apenas de vez em quando. Quando a lua se coloca entre nós e o Sol, temos o eclipse solar. Quando a Terra encontra-se entre a Lua e o Sol, temos o eclipse lunar.

Mas os terráqueos - e os sacerdotes espertalhões de antigamente - sebeneficiam de uma gigantesca coincidência. Apesar de Lua e Sol teremtamanhos completamente diferentes, a proporção entre suas distânciaspermite que um obscureça o outro totalmente. "O Sole a Lua têm o mesmo tamanho visto da terra. Por isso, a lua é capaz detapar o Sol, mesmo sendo absurdamente menor", afirma Piazzi.

Fonte: Redação Terra
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra