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Senado aprova prorrogação de suspensão de pagamento de parcelas do Fies por mais um ano

O texto precisa ainda ser aprovado pela Câmara e depois seguir para sanção presidencial para ter validade. O objetivo é manter os jovens matriculados nas faculdades e universidades, mesmo com as dificuldades financeiras provocadas pela pandemia

6 mai 2021 00h34
| atualizado às 00h41
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BRASÍLIA - Senadores aprovaram a prorrogação, por um ano, da suspensão do pagamento de parcelas do Fies, prevista em lei sancionada no passado por causa da pandemia. O prazo começa a ser contado em 1º de janeiro de 2021. O texto precisa ainda ser aprovado pela Câmara e depois seguir para sanção presidencial para ter validade.

O texto aprovado pelo Senado precisa ainda ser apreciado pela Câmara e depois seguir para sanção presidencial
O texto aprovado pelo Senado precisa ainda ser apreciado pela Câmara e depois seguir para sanção presidencial
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Estadão

Inicialmente, o projeto de lei apresentado pelo senador Jayme Campos (DEM-MT) previa a suspensão do pagamento de parcelas pelo prazo de 180 dias. O objetivo é manter os jovens matriculados nas faculdades e universidades, mesmo com as dificuldades financeiras provocadas pela pandemia do coronavírus. Durante a votação, o relator Dario Berger (MDB-SC), acatou um emenda para elevar o prazo para um ano.

"De fato, não tem sentido os alunos pagarem o Fies. Primeiro porque estão desempregados. Segundo, mesmo se tivessem, provavelmente estariam com dificuldade hoje de pagar as parcelas do Fies", disse o senador Izalci Lucas (PSDB-MG)

"Essas medidas são importantes, pois muitos dos estudantes perderam seus empregos e necessitam de um tempo maior para se recuperar, assim como a própria economia do país precisa de tempo para gerar o crescimento necessário à superação dessa tragédia. Garantir que, mesmo diante de toda essa crise, milhares de jovens, muitos carentes de recursos, possam seguir seus estudos é o nosso principal objetivo", disse o senador Jean Paul Prates (PT-RN).

Estadão
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