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Estudante leva tesourada de colega em briga por cadeira em escola de SP

Agressão aconteceu na Escola Estadual José Chediak; jovem foi hospitalizada

8 ago 2025 - 11h52
(atualizado às 12h30)
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Resumo
Uma estudante ficou ferida a tesouradas durante briga em escola estadual na Zona Leste de São Paulo; o caso foi registrado como lesão corporal, com ambas as alunas ouvidas e medidas de acompanhamento estabelecidas.
Escola Estadual José Chediak, no Parque São Lucas, Zona Leste de São Paulo
Escola Estadual José Chediak, no Parque São Lucas, Zona Leste de São Paulo
Foto: Divulgação/Seduc-SP

Uma estudante de 17 anos ficou ferida após levar tesouradas de uma colega, de 18 anos, dentro da sala de aula na Escola Estadual José Chediak, no Parque São Lucas, Zona Leste de São Paulo, nesta quinta-feira, 7.

As duas jovens estavam brigando por causa de uma cadeira e partiram para a agressão física. Uma delas deu socos na outra, que pegou uma tesoura e deu golpes no rosto da colega. Uma professora tentou separar as alunas.

A Polícia Militar foi acionada para ir até a escola, que fica na Avenida do Oratório. No local, a vítima foi encontrada no banheiro tentando estancar o sangue dos ferimentos.

A PM acionou o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), que levou a jovem ferida para a UPA da Mooca para atendimento médico. Ela recebeu atendimento e foi liberada na madrugada.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), as duas alunas foram ouvidas, assim como o vice-diretor da escola. O caso foi registrado como lesão corporal pelo 42º Distrito Policial (Parque São Lucas) que apreendeu a tesoura utilizada. As envolvidas foram orientadas sobre o prazo para representação criminal, necessário em crimes desta natureza.

A Secretaria da Educação de São Paulo (Seduc)  informou que a unidade escolar agiu prontamente para conter a situação, separando as estudantes envolvidas e acionando imediatamente o Samu, o Conselho Tutelar, a Ronda Escolar e os responsáveis legais. A estudante foi atendida, liberada do hospital e passa bem em casa, segundo o órgão.  

“Uma equipe regional do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar acompanha de perto o caso. Estão previstas ações de conscientização voltadas à promoção da cultura de paz na escola. Além disso, uma profissional do programa Psicólogos nas Escolas foi designada para prestar atendimento à estudante”, completa a nota.

Fonte: Redação Terra
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