Durigan diz que nomeações ao BC respeitarão rigor técnico e reforça ajuste fiscal gradual
O ministro Dario Durigan afirmou que as futuras indicações para a diretoria do Banco Central seguirão critérios de rigor técnico e diversidade de perfis, embora ainda não tenha tratado do tema com o presidente Lula. Ele destacou que o governo busca um ajuste fiscal gradual, justo e alinhado às promessas de campanha, enfatizando que não há motivos para temores do mercado e que a prioridade é equilibrar as contas públicas e melhorar a vida da população com tranquilidade.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta terça-feira que ainda não teve a oportunidade de conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre novas indicações para o Banco Central, mas afirmou que as nomeações de novos diretores serão feitas com "rigor técnico" e com "diferentes perfis".
Em entrevista a jornalistas, Durigan afirmou que Lula não tem tido agenda com outros economistas e que, nas discussões com o próprio ministro, não tem sido tratado "nada que justifique ao mercado ter uma posição de medo".
"Nós estamos tratando de um ajuste gradual, que respeite os compromissos de campanha, que seja justo em relação aos mais pobres, em relação à progressividade que é necessária ser buscada no nosso sistema", afirmou o ministro.
"Com toda a tranquilidade, melhorando as contas públicas, melhorando a vida das pessoas, o presidente vai ter tempo para responder todas essas angústias que estão aparecendo."
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