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Donald Trump convida Lula para integrar Conselho de Paz em Gaza

Iniciativa dos Estados Unidos foca na reconstrução da região e no encerramento do conflito; Argentina, Paraguai e Canadá confirmaram participação no comitê internacional

17 jan 2026 - 13h46
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou um convite oficial ao presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, para participar do "Conselho de Paz". O órgão terá a função de supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza e faz parte de uma proposta norte-americana para encerrar o conflito entre Israel e Hamas. A informação foi divulgada pelo ICL Notícias e confirmada pela imprensa neste sábado (17).

Donald Trump e Lula
Donald Trump e Lula
Foto: Ricardo Stuckert/PR / Perfil Brasil

Segundo dados obtidos pela CNN Brasil, a carta foi encaminhada via Embaixada brasileira em Washington D.C. Até o momento, a presidência brasileira não confirmou se aceitará a participação.

O conselho será presidido por Trump e conta com nomes como:

  • Jared Kushner e Steve Witkoff (enviados de política externa);

  • Robert Gabriel (vice-conselheiro de segurança nacional);

  • Marc Rowan (empresário) e Ajay Banga (Banco Mundial).

A Casa Branca informou que o plano está em desenvolvimento e novos membros serão anunciados. Além do Brasil, países como Argentina, Paraguai, Canadá, Turquia e Egito foram convidados.

Diferente do governo brasileiro, outros líderes já se manifestaram. O presidente da Argentina, Javier Milei, confirmou a participação do país como membro fundador do conselho. Da mesma forma, o presidente do Paraguai, Santiago Peña, aceitou o convite e divulgou trechos da carta recebida, que descreve a criação de uma organização internacional e administração transnacional.

No Canadá, o primeiro-ministro Mark Carney também aceitou integrar o Conselho de Paz, conforme informações fornecidas por funcionários do governo canadense.

Em comunicações oficiais, o governo norte-americano afirmou que o objetivo é a desmilitarização do Hamas para viabilizar a reconstrução. O projeto é descrito como uma aliança de nações voltada para a estabilidade em regiões de conflito.

O Palácio do Planalto e o Departamento de Estado dos EUA foram procurados para comentar o convite, mas não houve retorno até o fechamento desta edição.

Perfil Brasil
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