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Criança de 2 anos morre e corpo fica 24 horas no sofá; pais não fizeram nada

Pais não acionaram socorro e vizinhos denunciaram o caso; irmã mais nova foi levada para acolhimento

4 set 2025 - 15h45
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Uma criança de dois anos morreu em Paulista, no Grande Recife, após sofrer asfixia por broncoaspiração e não receber qualquer tipo de socorro. O corpo do menino permaneceu dentro da residência por 24 horas, até que vizinhos acionaram a Polícia Militar na segunda-feira (1), ao perceberem que o menino continuava no imóvel. A outra filha do casal, de apenas 9 meses, foi retirada da casa e levada para acolhimento institucional. As informações são da CNN Brasil.

PE: Criança de 2 anos morre e corpo fica 24 horas em casa
PE: Criança de 2 anos morre e corpo fica 24 horas em casa
Foto: Contigo

De acordo com a Polícia Civil, o registro foi feito como morte a esclarecer, e o laudo preliminar do Instituto de Medicina Legal (IML) confirmou a broncoaspiração como causa do óbito. A conselheira tutelar Cláudia Roberta, que acompanhou a ocorrência, relatou o estado em que encontrou a criança: "Ela estava no sofá, com secreção saindo pelo nariz e boca, toda inchadinha e já roxinha. Perguntei há quanto tempo estava ali e me informaram: 24 horas".

O casal, de 18 e 24 anos, que são irmãos consanguíneos, mora próximo a uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), mas não procurou ajuda médica. Após a morte, teriam saído de casa e retornado horas depois. A bebê de 9 meses, embora sem sinais de violência, estava em condições precárias de higiene. Segundo a conselheira, vizinhos relataram episódios de abandono: "Muitas vezes eles saíam e deixavam as crianças em casa. Uma de dois anos e uma de nove meses".

Como a família será responsabilizada?

O menino já havia sido acolhido anteriormente pelo Conselho Tutelar de Olinda e devolvido aos pais após decisão judicial. O caso agora está sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), enquanto os pais foram ouvidos e liberados. A bebê permanece em acolhimento institucional e só poderá retornar à família mediante autorização da Vara da Infância, até que sejam avaliadas as condições de cuidado e segurança. A tragédia reacende o debate sobre omissão de socorro e proteção infantil, reforçando a importância da vigilância comunitária e das medidas preventivas para evitar novos casos, segundo informações da CNN Brasil.

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