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Coronavírus

Secretário: Uso de máscara será obrigatório no metrô de SP

Alexandre Baldy,secretário de Transportes Metropolitanos, busca a viabilidade para entregar máscaras a todos os passageiros do sistema

27 abr 2020 - 20h43
(atualizado às 20h51)
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Funcionário desinfeta trem do metrô de São Paulo
17/03/2020
REUTERS/Rahel Patrasso
Funcionário desinfeta trem do metrô de São Paulo 17/03/2020 REUTERS/Rahel Patrasso
Foto: Reuters

O secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, informou nesta segunda-feira (27), pelo Twitter que será obrigatório o uso de máscaras no transporte público do Estado de São Paulo. A medida ainda não tem data para entrar em vigor. Antes, ele prometeu distribuir o item de prevenção por sete dias nos trens, metrôs e ônibus.

"Estamos buscando a viabilidade para entregar máscaras a todos os passageiros do sistema do Transporte Público do Governo SP, por 7 dias, sendo que após este período, o acesso somente será permitido por pessoas utilizando máscaras. Os que já puderem, usem máscara", escreveu.

A assessoria de imprensa da Secretaria disse que ainda não tem o número de máscaras que serão distribuídas. A ação é uma tentativa de conscientizar a população sobre a importância de se prevenir contra a pandemia do novo coronavírus.

"Estamos buscando formas e procedimentos de higienização dos trens, no metrô e CPTM mais eficientes. Assim como cobrando a limpeza nos ônibus da EMTU. Como também repondo materiais de higiene nos banheiros das operações e a constante limpeza. Os que puderem, nos ajude a fiscalizar", disse Baldy.

Antes da pandemia, cerca de 10 milhões de pessoas circulavam diariamente por metrô, trens e ônibus no estado de São Paulo. Houve uma queda de 70% a 80% nesses meios de transporte por causa do novo coronavírus, estima a Secretaria de Transportes Públicos.

O Estado de São Paulo registrou nesta segunda-feira 1.825 mortes pela covid-19, 125 a mais do que domingo. Houve também a confirmação de 21.696 pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Segundo o governo, a doença se dispersa para o interior, litoral e Grande São Paulo, que já respondem por 1 a cada três óbitos e casos. Esses locais somam 653 mortes (35,7% do total) e 7.707 pessoas diagnosticadas (35,5%).

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