Bolsonaro diz temer problemas "gravíssimos" por restrições

Presidente afirmou que consultou Forças Armadas sobre efetivo para conter distúrbios sociais

7 abr 2021
11h24 atualizado às 13h41
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O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira que discutiu com as Forças Armadas se existe hoje contingente no País para conter distúrbios sociais no caso de um agravamento da crise causada pela epidemia de covid-19 e voltou a dizer que teme problemas "gravíssimos" causados pelas restrições de circulação.

10/03/2021
REUTERS/Ueslei Marcelino
10/03/2021 REUTERS/Ueslei Marcelino
Foto: Reuters

Bolsonaro tem insistido na ideia de que pode haver saques e revoltas causadas pela falta de emprego e renda da população.

Em Chapecó, onde foi conhecer medidas tomadas pela prefeito da cidade, João Rodrigues, que supostamente teriam reduzido a necessidade de interação de pacientes - na verdade, de acordo com boletim da própria prefeitura hoje as UTIs estão com mais de 93% de ocupação - Bolsonaro voltou a dizer que o Exército não será usado para obrigar as pessoas a ficarem em casa.

Dessa vez, no entanto, o presidente não usou a expressão "meu exército", que foi muito criticada nas últimas semanas, mas "nosso exército".

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