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Copom se reúne hoje e analistas esperam queda da taxa Selic

Decisão do Banco Central deve sair até amanhã, quarta-feira (2); parte do mercado aposta em redução de 0,25%

1 ago 2023 - 08h22
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Depois de um ano com a taxa Selic estacionada nos 13,75%, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deve decidir por promover o primeiro corte nesta semana. Há uma ampla expectativa de economistas e especialistas, após os primeiros sinais dados pelo próprio Copom nos comunicados de seu último encontro, em junho.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, (BC), presidido por Roberto Campos Neto, se reúne hoje e deve decidir por promover o primeiro corte na txa Selic (Crédito
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, (BC), presidido por Roberto Campos Neto, se reúne hoje e deve decidir por promover o primeiro corte na txa Selic (Crédito
Foto: Lula Marques/Agência Brasil / Perfil Brasil

O Copom inicia a reunião nesta terça (1º), que se estenderá até quarta-feira (2), quando, depois das 18h30, irá publicar o resultado e um comunicado justificando a decisão.

A principal dúvida, agora, está em torno de qual deve ser a magnitude do corte da taxa Selic. Parte dos economistas e agências aposta em uma redução mais cautelosa, de 0,25%; já outra parcela acredita que é possível haver um corte de 0,5%. Ha, por fim, um terceiro grupo que se encontra entre as duas possibilidades.

Um consenso entre as previsões e análises, contudo, é de que a decisão não deverá ser unânime pelo recuo no índice da taxa básica de juros; ou seja, há uma parte dos diretores do Copom que deve votar por um corte mais brando, enquanto outra parcela deve defender uma redução mais agressiva já neste encontro.

A queda na taxa de desemprego, expectativas de inflação ainda altas para o ano que vem e o fato de os bancos centrais dos Estados Unidos e da Europa ainda estarem subindo juros são os fatores mencionados pelo J.P.Morgan para sustentar sua principal aposta, ainda, pelo corte mais brando, de 0,25 ponto, nesta reunião.

"Entretanto, uma tendência de desaceleração da inflação, alimentada pela normalização das cadeias de produção global e da apreciação do real [frente ao dólar] podem ter aberto espaço para um primeiro movimento mais agressivo", segundo o J.P. Morgan.

Perfil Brasil
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