Caso Murilo Huff e Dona Ruth: veja detalhes da decisão judicial sobre a guarda de Léo
Após decisão judicial sobre a guarda de Léo, filho de Marília Mendonça, veja o que diz a sentença e como as partes reagiram
A história entre Murilo Huff e Dona Ruth, mãe da rainha da sofrência, Marília Mendonça, está dando o que falar. Após decisão judicial de que o cantor deverá ficar com a guarda unilateral de seu filho, Léo, detalhes da audiencia foram revelados. Confira!
Detalhes da decisão judicial
De acordo com o juíz, Léo sofria com algumas negligências por parte de sua avó, como a falta de atenção necessária para a diabetes do pequeno ou evitar contar que ele estava doente para o pai. Foram encontrados áudios da mãe de Marília com as babás dizendo: "Não fala pro Murilo que ele tá tomando antibiótico", "esconde o remédio" e "o Murilo quer se meter onde não sabe". Além disso, essas condutas foram classificadas como "quebra do dever de cooperação parental" e "violação do dever de transparência".
A guarda unilateral foi dedicada ao pai, segundo informações do portal LeoDias. "A figura da família extensa, embora reconhecida como núcleo de apoio afetivo e social relevante, não detém prioridade legal nem presumida para a assunção da guarda da criança. A guarda para avós e avôs é medida somente a ser considerada quando ambos os pais estão ausentes, impedidos, suspensos ou destituídos do poder familiar".
De acordo com investigação da justiça, Dona Ruth realizava ações de alienação parental com o neto, evitando informações importantes para o pai e sabotando algumas coisas. Além de que a figura paterna não deve ser segunda opção para Léo, na visão do juíz. "O pai não pode ser considerado figura secundária ou eventual no processo de formação do filho; ao contrário, é sujeito ativo pelo seu cuidado, proteção, educação e afeto".
"Embora o genitor exerça a profissão de cantor, atividade que, em regra, implica compromissos noturnos, viagens e deslocamentos frequentes, ele ajustou sua agenda profissional de modo a priorizar a permanência junto ao filho", revela a decisão judicial.