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Trânsito

SP: ciclista que perdeu o braço quer perdoar atropelador pessoalmente

17 mar 2013 - 22h22
(atualizado às 22h25)
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10 de março de 2013 - O estudante de Psicologia Alex Siwek se entrega à polícia após atropelar o ciclista David Santos Souza na ciclofaixa da avenida Paulista, em São Paulo. No momento do acidente, a ciclofaixa não estava montada oficialmente, mas já tinha sinalização. Segundo testemunhas, o motorista vinha em alta velocidade e ficava entrando e saindo da faixa reservada às bicicletas, como se estivesse brincando. Com o impacto, David teve o braço arrancado pelo carro. À polícia, o motorista confessou que arremessou o braço do ciclista em um córrego da avenida Ricardo Jafet
10 de março de 2013 - O estudante de Psicologia Alex Siwek se entrega à polícia após atropelar o ciclista David Santos Souza na ciclofaixa da avenida Paulista, em São Paulo. No momento do acidente, a ciclofaixa não estava montada oficialmente, mas já tinha sinalização. Segundo testemunhas, o motorista vinha em alta velocidade e ficava entrando e saindo da faixa reservada às bicicletas, como se estivesse brincando. Com o impacto, David teve o braço arrancado pelo carro. À polícia, o motorista confessou que arremessou o braço do ciclista em um córrego da avenida Ricardo Jafet
Foto: Luiz Claudio Barbosa / Futura Press

O limpador de vidros David Santos Sousa, 21 anos, que teve o braço arrancado ao ser atropelado por um carro quando andava de bicicleta na avenida Paulista, em São Paulo, afirmou, em entrevista veiculada neste domingo pelo Fantástico, da TV Globo, que gostaria de se encontrar pessoalmente com o estudante de Psicologia Alex Siwek, que dirigia o carro no momento do acidente. "Já perdoei. Gostaria de estar vendo ele logo que sair daqui (do hospital), estar dando o meu perdão para ele pessoalmente", afirmou David.

O jovem relatou o que se lembra do momento do acidente, ocorrido na ciclofaixa da avenida. "Veio esse carro em alta velocidade, derrubando três cones. No momento, eu levantei da bicicleta, dei uma pedalada para o lado direito. Foi na hora do impacto. Não lembro, só lembro dessa pedalada. O carro já me pegou". Segundo testemunhas, o motorista estava visivelmente alterado e em alta velocidade. "Ele ultrapassou já pela faixa do ciclista, que estava sinalizada com cone, em alta velocidade e já assustou quem estava dentro do carro, gritando, bem alterado", conta o programador Paulo Henrique Salvatore. "Ele gritou com a gente, mexeu com a gente, meio que chamando para um racha, roncando o motor. A gente não fez nada", completa Giovanni Spadin. "Saí do metrô. Quando olhei, (o carro) estava fazendo ziguezague na pista e passando em cima dos cones, quando ele colidiu com o David", lembra o consultor imobiliário Paulo Henrique Gregório Gabriel. "No momento que ele (David) pegou no canto esquerdo do carro, que foi no farol, ele passou por cima do carro voando e já caiu no chão sem um braço", afirma Giovanni.

Fonte: Terra
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