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STF forma maioria para rejeitar recurso e manter Robinho preso

Ex-jogador cumpre 9 anos por estupro coletivo cometido na Itália

29 ago 2025 - 12h30
(atualizado às 12h58)
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-  O plenário virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria na última quinta-feira (28) para rejeitar um novo recurso e manter preso o ex-jogador Robinho, que cumpre uma condenação de 9 anos de reclusão por estupro coletivo de uma mulher albanesa, crime cometido na Itália em 2013.

Robinho está detido desde março de 2024
Robinho está detido desde março de 2024
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Até o momento, seis ministros ? Dias Toffoli, André Mendonça, Cristiano Zanin, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Edson Fachin ? votaram pela continuidade da prisão do réu.

No entanto, o decano da Corte, Gilmar Mendes, divergiu e votou pela concessão de liberdade ao réu. Para ele, o artigo 100 da Lei de Migração, aprovada em 2017, não se aplica ao caso do ex-atleta, pelo fato de o crime ter ocorrido em 2013.

Para a defesa do ex-jogador, a prisão dele é ilegal porque o crime ocorreu antes desta Lei de Migração.

Robinho foi condenado por participar do estupro coletivo de uma jovem albanesa em uma boate de Milão, em 2013, e a pena foi confirmada em todas as instâncias na Itália.

A extradição do ex-craque foi negada pelas autoridades do Brasil com base na Constituição, que proíbe a entrega de cidadãos natos a outro país.

O ex-atacante do Milan e da seleção brasileira, cujo nome completo é Robson de Souza, está preso desde março do ano passado no complexo penitenciário de Tremembé, no interior de São Paulo. 

Ansa - Brasil
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