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Mãe dá cintadas em filha de 8 anos, grava a surra e compartilha em grupo da família

Além das agressões, a mãe ameaça a filha com frases como “eu te dei a vida, eu posso tirá-la”; caso ocorreu em Minas Gerais

7 jan 2026 - 13h44
(atualizado às 13h55)
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Resumo
Mãe é investigada por agredir violentamente a filha de 8 anos em Minas Gerais, gravar as agressões e compartilhar o vídeo; a criança foi retirada de casa e acolhida em abrigo.
Pelo menos 30 chamadas falsas foram feitas pelo suspeito preso na segunda-feira, 10
Pelo menos 30 chamadas falsas foram feitas pelo suspeito preso na segunda-feira, 10
Foto: Divulgação/PMMG

A Polícia Civil investiga uma mulher de 32 anos suspeita de agredir violentamente a filha de 8 anos, gravar as agressões e compartilhar o vídeo na internet em São Geraldo, na Zona da Mata de Minas Gerais. A mãe não foi presa por não haver flagrante, mas o caso é acompanhado pela delegacia da cidade vizinha, Visconde do Rio Branco, pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e pelo Conselho Tutelar.

Segundo o MP informou ao Terra, a criança, cujo pai já faleceu, foi gravemente agredida pela mãe. No vídeo, a menina aparece totalmente nua, sendo agredida com um objeto semelhante a um cinto. Além das agressões, a mãe ameaça a filha com frases como “eu te dei a vida, eu posso tirá-la” e profere xingamentos, justificando a violência como forma de “educação”.

O caso chegou ao MPMG na noite de sábado, 3, por volta das 22h. No domingo, 4, com apoio da Polícia Militar, a criança foi retirada da casa da mãe. Inicialmente, nenhum familiar se dispôs a recebê-la, e a menina foi encaminhada para um abrigo.

Após a retirada, a criança passou por atendimento médico, que constatou lesões e hematomas no glúteo direito, escoriações no membro superior esquerdo e hematomas no membro superior direito.

Diante da gravidade da situação, o MPMG ajuizou nesta terça-feira, 6, ação para o acolhimento institucional da criança, garantindo proteção emergencial.

O caso segue em investigação para apurar responsabilidades criminais e garantir a segurança e o bem-estar da vítima.

Fonte: Portal Terra
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