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Política

Três cidades elegeram no domingo prefeitos para mandato 'tampão'; veja

Os novos gestores terão mandatos válidos até 31 de dezembro de 2028

13 abr 2026 - 10h50
(atualizado às 11h48)
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Eleitorados de três municípios foram as urnas no domingo, 12, e elegeram ocupantes das prefeituras
Eleitorados de três municípios foram as urnas no domingo, 12, e elegeram ocupantes das prefeituras
Foto: CartaCapital

A população de Cabedelo (PB), Oiapoque (AP) e Cachoeirinha (RS) foram às urnas no domingo, 12, escolher novamente prefeito e vice. Nos três municípios, ocorrem eleições suplementares para renovação dos cargos majoritários, já que os eleitos em 2024 tiveram seus mandatos cassados.

Em Cabedelo, na Grande João Pessoa, Edvaldo Neto (Avante) foi eleito prefeito da cidade na chapa com o vice Evilásio Cavalcanti Neto. Edvaldo obteve 16.180 votos, que correspondem a 61,21% dos votos válidos, contra 10.255 votos alcançados por Wallber Virgolino, que equivalem a 38,79%. 

A eleição suplementar em Cabedelo aconteceu após cassação dos mandatos do prefeito André Coutinho (Avante) e da vice-prefeita Camila Holanda (PP). Eles foram condenados por abuso de poder político e econômico, além de compra de votos efetivada por diversos meios, como pagamentos em espécie e via Pix, doação de cestas básicas, entre outros. 

Em Oiapoque, Inácio Maciel (PDT) foi eleito prefeito na chapa tendo como vice-prefeito Oscar Gislael (Rede). O município tem cerca de 24 mil eleitores aptos a votar. A chapa recebeu 7.036 de votos, que corresponde a 49,46% dos votos válidos.

A eleição suplementar em Oiapoque foi convocada após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar o mandato do prefeito Breno Almeida (PP) e do vice Arthur Lima (Solidariedade). A cassação ocorreu com base em acusações de prática de abuso de poder econômico, caracterizada pela compra de votos durante o processo eleitoral de 2024. 

Já em Cachoeirinha, Jussara Caçapava, do Avante, foi eleita prefeita com 43,39% dos votos válidos (22.595). Seu candidato a vice foi Luis Carlos da Rosa (PL), conhecido como Mano. 

No Sul, o novo pleito ocorreu devido à cassação de Cristian Wasem Rosa (MDB) e Delegado João Paulo (PP), prefeito e vice-prefeito, respectivamente, por decisão da Câmara Municipal de Cachoeirinha. A cassação baseou-se em acusações de “pedaladas fiscais” no instituto de previdência municipal (Iprec) e de atentado contra o Legislativo.

Os novos gestores terão mandatos válidos até 31 de dezembro de 2028. 

Fonte: Portal Terra
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