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Política

'Sinceramente, não entendo o porquê da polêmica', afirma Lula sobre indicação de Messias ao STF

Presidente disse nesta quarta, 3, não ver sentido em 'transformar' escolha em um 'problema político dessa monta' e espera que assunto seja resolvido em breve

3 dez 2025 - 11h08
(atualizado às 12h21)
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quarta-feira, 3, não compreender a crise gerada pela indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga em aberto no Supremo Tribunal Federal (STF).

A celeuma extrapolou a disputa por votos e colocou em xeque a relação do governo com o Senado. Na terça, 2, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), adiou a sabatina de Messias, marcada para o dia 10 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

"Veja, sinceramente, eu não entendo o porquê da polêmica. Não é o primeiro que eu indico, eu já indiquei oito. Eu simplesmente escolho uma pessoa e mando para o Senado e o Senado, então, faz o julgamento para saber se a pessoa está qualificada ou não. Eu não sei por que foi transformado em um problema político dessa monta. Espero que seja resolvido", disse Lula em entrevista à TV Verdes Mares, filiada da Rede Globo no Ceará.

Alcolumbre atribuiu o adiamento ao fato de o Palácio do Planalto não ter enviado a mensagem de indicação de Messias, burocracia necessária para a formalização da indicação.

"Essa omissão (no envio da mensagem), de responsabilidade exclusiva do Poder Executivo, é grave e sem precedentes", afirmou o presidente do Senado em nota.

Durante a entrevista, o presidente alegou estar tranquilo e endossou o nome de Messias. "Eu estou muito tranquilo com isso. Eu cumpri com o meu papel, mandei o nome que eu entendo que tem qualificação profissional para ser ministro da Suprema Corte. Qualificação comprovada como advogado-geral da União", afirmou.

Messias enfrenta resistência no Senado. Alcolumbre preferia o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), seu aliado, para a vaga na Suprema Corte. O placar do Estadão contabiliza seis votos não ao ministro no STF, cinco sim à condução de Messias ao Supremo e quatro indecisos até o momento, na CCJ.

Estadão
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