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Política

PGR apontou risco de fuga de Bolsonaro; Moraes decidiu por tornozeleira

Medidas cautelares impostas ao ex-presidente incluem o uso da tornozeleira eletrônica

18 jul 2025 - 12h01
(atualizado às 12h25)
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Resumo
A PGR apontou risco de fuga de Jair Bolsonaro, levando o ministro Alexandre de Moraes a determinar o uso de tornozeleira eletrônica e outras medidas cautelares para garantir o cumprimento da lei.
Bolsonaro não pode falar com Eduardo e está proibido de utilizar as redes sociais:

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) que havia risco do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fugir do país. Essa foi a justificativa para que o ministro do STF Alexandre de Moraes determinasse o uso de tornozeleira eletrônica como medida cautelar.

De acordo com a decisão de Moraes em que a Polícia Federal foi autorizada a realizar uma operação contra Jair Bolsonaro nesta sexta-feira, 18, o contexto da investigação sobre o ex-presidente tornou necessária a aplicação da lei penal para evitar uma possível fuga.

À imprensa, Bolsonaro negou que estivesse cogitando sair do país enquanto corre a investigação sobre a trama golpista no STF. Ele falou com jornalistas na saída da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (SEAP-DF), onde foi levado por um comboio para a instalação da tornozeleira eletrônica nesta sexta. 

Jair Messias Bolsonaro durante interrogatórios dos réus da Ação Penal (AP) 2668, no STF
Jair Messias Bolsonaro durante interrogatórios dos réus da Ação Penal (AP) 2668, no STF
Foto: Ton Molina/STF

Segundo apontou a PGR, as medidas cautelares são necessárias para garantir que a lei seja cumprida e para prevenir a fuga de Bolsonaro, levando em conta que o processo está avançando, e que o Ministério Público está convicto da culpa do acusado, especialmente após suas alegações finais, e que há evidências recentes sugerindo que o acusado pode tentar fugir ou interferir no andamento do processo, conforme a petição. 

“A situação descrita revela necessidade urgente e indeclinável, apta para justificar a imposição de novas medidas cautelares que possam assegurar a aplicação da lei penal e evitar a fuga do réu”, diz trecho do documento.

As medidas cautelares incluem o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de ir a embaixadas de outros países e a proibição de contato com embaixadores, além da proibição do uso de redes sociais e definição de toque de recolher nos dias úteis e fins de semana.

Fonte: Redação Terra
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