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Bolsonaro anda de moto, pilota jet ski e visita feira

Presidente passou pelo Clube da Aeronáutica e dirigiu de moto até o lado sul do Lago Paranoá, onde pilotou um jet ski por alguns minutos

11 ago 2019
14h20
atualizado às 14h40
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No dia dos Pais, o presidente Jair Bolsonaro andou de moto, teve passeio de jet ski e visitou uma feira popular, onde tomou caldo de cana e cumprimentou apoiadores. O presidente estava acompanhado do general Luiz Eduardo Ramos, ministro da Secretaria de Governo e amigo de longa data, e de uma equipe de seguranças.

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), ao lado de uma moto BMW 1200, no Clube da Aeronáutica, em Brasília, após passear com a motocicleta, neste domingo (11)
O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), ao lado de uma moto BMW 1200, no Clube da Aeronáutica, em Brasília, após passear com a motocicleta, neste domingo (11)
Foto: DIDA SAMPAIO / Estadão

No roteiro, que não estava previsto na agenda do presidente, Bolsonaro passou pelo Clube da Aeronáutica e dirigiu de moto até o lado sul do Lago Paranoá, onde pilotou um jet ski por alguns minutos. De lá, Bolsonaro seguiu, ainda na direção de uma moto, para a feira da Torre de TV, que fica na região central de Brasília. No local, que reuniu populares atrás do presidente, ele ficou por cerca de dez minutos, e aproveitou para tomar um caldo de cana.

Em seguida, o presidente voltou para o clube da Aeronáutica para deixar a moto, e parou para falar com jornalistas que acompanharam o trajeto do chefe do Executivo. Perguntado sobre como havia sido a manhã, Bolsonaro respondeu "gratificante". "Sempre minha vida foi essa. Tenho saudades, foi muito gratificante, excelente, estou com as baterias recarregadas", disse.

Na conversa com a imprensa, que lhe perguntou sobre a suspensão de investimentos da Alemanha em projetos para a Amazônia, o presidente disse que o país europeu "vai deixar de comprar à prestação a Amazônia". "Pode fazer bom uso dessa grana, no Brasil não precisa disso", afirmou.

Reportagem publicada no Estado neste domingo mostra que, após a decisão do governo federal de paralisar as ações do Fundo Amazônia, sob a justificativa de que teria encontrado supostas irregularidades na condução do programa pelo BNDES, os maiores Estados da Região Norte passaram a buscar parcerias diretas com doadores internacionais para financiar ações de combate ao desmatamento.

'Falta verdade na imprensa'

O presidente ainda reclamou da cobertura realizada pela imprensa e, perguntado sobre assuntos econômicos, como reforma tributária, pediu que dirigissem as questões ao ministro da Economia, Paulo Guedes.

"Falta verdade na imprensa, essa imprensa que pelo amor de Deus. Falta vocês escreverem a verdade e falarem a verdade, aí o Brasil melhora", disse, quando foi perguntado sobre o versículo bíblico lido no sábado, 10, na 'Marcha para Jesus', pelo qual citou que a "verdade" é ausente no meio político.

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Estadão
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