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Política

Ministros do TSE se dizem surpresos com ação sobre Cláudio Castro na pauta e esperam pedido de vista

Assessoria de imprensa do tribunal nega que data do julgamento tenha relação com megaoperação policial no Rio de Janeiro; leia bastidor

31 out 2025 - 08h16
(atualizado às 09h26)
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BRASÍLIA — Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmam em caráter reservado ao Estadão que foram surpreendidos com a inclusão do processo que pode resultar na cassação do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, na pauta do plenário. O julgamento está agendado para a próxima terça-feira, 4.

A presidente do tribunal, ministra Cármen Lúcia, agendou o julgamento na última quarta-feira, 29, um dia após a megaoperação policial no Rio de Janeiro que resultou em mais de cem mortes.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, será julgado pelo TSE
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, será julgado pelo TSE
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

A assessoria de imprensa do TSE nega que a data do julgamento tenha qualquer relação com a operação no Rio. Segundo o tribunal, a relatora do processo, ministra Isabel Gallotti, liberou o processo para o plenário para poder julgar antes de deixar a Corte, no fim de novembro.

Ministros do TSE ponderam que esse processo já estava liberado para julgamento há meses, mas só foi incluído na pauta do plenário depois que a operação policial estourou.

Segundo um ministro do tribunal, é possível que um dos integrantes da Corte peça vista, ou seja, mais tempo para análise, já que a matéria é complexa e o anúncio da pauta foi feito muito próximo ao dia do julgamento. O fato de envolver um governador que exerce o mandato também representaria uma dificuldade para os ministros julgarem logo a ação.

Castro foi acusado de abuso de poder político e econômico no financiamento de projetos da Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e da UERJ em 2022. Ele foi absolvido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio por falta de provas.

Estadão
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