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Política

Ministra do TSE celebra manifestações contra PEC da Blindagem

Proposta de emenda constitucional foi barrada nesta quarta-feira, 24, pelo Senado

25 set 2025 - 18h16
(atualizado em 25/9/2025 às 13h55)
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A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Estela Aranha utilizou as redes sociais para elogiar as manifestações realizadas no último fim de semana. Os atos protestavam contra a PEC da Blindagem e contra uma eventual anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Indicada ao cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Estela tomou posse no mês passado em uma das duas vagas destinadas à classe de juristas. O mandato vai até agosto de 2027, com possibilidade de prorrogação por mais dois anos.

Ministra do TSE celebra manifestações contra PEC da blindagem: ‘Viva a democracia’
Ministra do TSE celebra manifestações contra PEC da blindagem: ‘Viva a democracia’
Foto: Pedro França/Agência Senado / Estadão

A ministra, ex-secretária de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e indicada com apoio de Flávio Dino, vai participar de julgamentos da eleição presidencial de 2026, incluindo registros de candidatura.

No Instagram, a magistrada fez um comentário abaixo de postagem do sambista Pretinho da Serrinha que dizia "Viva a democracia! Viva o Brasil e não à PEC da Bandidagem". O artista se apresentou no encerramento do ato de domingo, 21. Ao comentar a postagem, Estela escreveu: "Lindo, puxou o grito entalado na garganta, do Brasil que ainda dói na gente".

As manifestações ocorreram em mais de 30 cidades do País e foram contra a anistia e a PEC da Blindagem, rejeitada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e arquivada pelo Senado nesta quarta-feira, 24.

A proposta foi derrubada por unanimidade, após ter sido aprovada pela Câmara dos Deputados na semana anterior. Nos últimos dias, o texto enfrentou forte rejeição popular e manifestações em várias cidades, além de pressões no Senado.

Anteriormente, diversos parlamentares chegaram a publicar vídeos admitindo arrependimento por terem votado a favor da PEC. O próprio presidente da CCJ, o Senador Otto Alencar, afirmou que a medida não passaria "de jeito nenhum" pela comissão.

Estadão
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