Governo Lula contemplará 1,14 milhão de famílias pernambucanas com um botijão a cada dois meses
Diferentemente do modelo Auxílio Gás, agora cada família poderá retirar diretamente o botijão nas revendedoras credenciadas pelo Governo Federal.
Pernambuco será um dos principais beneficiados pelo Gás do Povo, novo programa federal que garante a distribuição gratuita de botijões de gás. O estado ocupa a quarta posição no país em número de contemplados, com 1,14 milhão de famílias atendidas.
O lançamento oficial ocorre nesta quinta-feira, 4 de setembro, em Belo Horizonte (MG), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A iniciativa vai alcançar 15,5 milhões de lares em todo o Brasil, beneficiando cerca de 50 milhões de pessoas.
O Gás do Povo substitui o Auxílio Gás e amplia em três vezes o número de contemplados. Diferentemente do modelo anterior, agora cada família poderá retirar diretamente o botijão nas revendedoras credenciadas pelo Governo Federal.
Terão direito ao benefício os inscritos no CadÚnico com renda de até meio salário mínimo (R$ 759), com prioridade para quem já recebe o Bolsa Família. No Nordeste, mais de 7,1 milhões de famílias devem ser atendidas.
O programa prevê ainda uma quantidade de botijões variada conforme o tamanho do núcleo familiar: até três por ano para famílias com dois membros; até quatro para aquelas com três integrantes; e até seis para grupos com quatro ou mais pessoas. No total, a previsão é de distribuir 65 milhões de botijões anualmente.
Para 2026, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) reservou um orçamento de R$ 5,1 bilhões.
"O Gás do Povo combate a pobreza energética, garante alívio no orçamento das famílias e protege a saúde, principalmente de mulheres que utilizam lenha, álcool e outros materiais inflamáveis e tóxicos", afirma o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Em vez do benefício em dinheiro, com o novo programa cada família vai retirar diretamente o botijão de gás nas revendedoras credenciadas pelo Governo do Brasil. A mudança aumenta a eficiência, a transparência e o controle da política pública.
Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o gás de cozinha agora passa a ser tratado como item essencial, fundamental para assegurar segurança alimentar, dignidade e bem estar social.