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Política

Flávio, sobre CPMI: 'Se há organização criminosa capo está na principal cadeira do Planalto'

27 mar 2026 - 21h03
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato a presidente, criticou noite desta sexta-feira, 27, o relatório governista apresentado na Comissão Parlamentar Mista de inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Flávio disse que, se há uma organização criminosa envolvida no caso, "o capo está sentado na principal cadeira do Palácio do Planalto", em referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu adversário.

O senador do PL classificou o relatório como uma tentativa "desesperada" de desviar a atenção e proteger Lula, seu adversário, e o filho dele Fábio Luís da Silva, o Lulinha.

Segundo Flávio, os dois têm responsabilidade direta no caso das "aposentadorias roubadas". Ele alega que o presidente retirou Lulinha do País às pressas e tentou encerrar as investigações da CPMI.

O relatório paralelo dos governistas prevê o indiciamento de 170 pessoas e culpa a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por falhas sistemas no controle e omissão para impedir a evolução do esquema fraudulento de descontos associativos em aposentadorias.

Já no parecer final apresentado hoje, o relator da CPI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), pediu o indiciamento de Lulinha, do banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, do senador Weverton Rocha (PDT-MA), do deputado Euclydes Pettersen (Republicanos-MG), da deputada Gorete Pereira (MDB-CE) e de mais 211 pessoas, mas poupou o irmão do presidente, Frei Chico, por falta de comprovação em atos ilícitos da entidade na qual é vice-presidente, o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi).

Leia a íntegra da nota de Flávio

"O relatório governista não passa de uma tentativa desesperada de desviar a atenção e proteger Lula e o seu filho, o Lulinha. Os dois têm responsabilidade direta no caso das aposentadorias roubadas. Não à toa, Lula tirou o filho do País às pressas e tentou encerrar as investigações da CPMI. Se existe uma organização criminosa nesse caso, o capo está sentado na principal cadeira do Palácio do Planalto."

Estadão
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