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Feliciano resiste e líderes pensam em alternativas para CDH

Psol afirmou que alternativas serão estudadas para minimizar a polêmica em torno do pastor

9 abr 2013
13h31
atualizado às 14h04
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Mesmo com apelo dos líderes partidários para que deixasse a presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara, o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) disse, durante reunião na manhã desta terça-feira, que não vai renunciar ao colegiado. O líder do Psol, Ivan Valente (RJ), afirmou que alternativas serão estudadas para minimizar a polêmica em torno de Feliciano. Na visão de Valente, o deputado resiste a renunciar por estar obtendo vantagens com a situação.

A pedido de Feliciano, manifestante que o chamou de racista foi preso
A pedido de Feliciano, manifestante que o chamou de racista foi preso
Foto: Alexandra Martins / Agência Câmara

"Entendemos que a insistência dele é um desrespeito. Ele sabe que está lucrando econômica e politicamente com o desgaste de toda a Câmara. Temos a alternativa de trocar comissões, que foi uma proposta do PSD, acelerar o julgamento das representações por quebra de decoro parlamentar que pesam contra ele ou até aumentar o número de parlamentares na CDH para que ele fique em minoria", afirmou Valente.

O Psol protocolou o requerimento denunciando Feliciano, que teria tirado proveito do mandato em benefício próprio e usado cota parlamentar para pagar empresas que lhe prestaram serviços particulares. O líder do partido disse, ainda, que Feliciano sofreu uma derrota na reunião de hoje, quando os demais parlamentares condenaram a atitude do presidente da CDH de restringir a presença de manifestantes nas reuniões do colegiado. Feliciano deixou a reunião de líderes sob forte aparato de seguranças e sem falar com os jornalistas, mas reiterou apenas que não vai renunciar à presidência da comissão. 

Fonte: Terra
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