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Política

CCJ convida Paulo Pimenta para explicar inquérito de fake news sobre enchentes no Rio Grande do Sul

Data sugerida para presença do ministro da Secom no colegiado é 28 de maio, mas Paulo Pimenta pode se recusar a comparecer à audiência

15 mai 2024 - 13h23
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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, 14, um convite para que o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta (PT) explique o pedido de abertura do inquérito pela Polícia Federal (PF) sobre disseminação de informações falsas sobre as enchentes no Rio Grande do Sul.

CCJ convoca Paulo Pimenta para explicar o inquérito das ‘fake news’ a pedido de Paulo Bilynskyj
CCJ convoca Paulo Pimenta para explicar o inquérito das ‘fake news’ a pedido de Paulo Bilynskyj
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

Inicialmente, o pedido era para uma convocação, mas foi transformado em um convite. A data sugerida para a presença de Pimenta no colegiado é 28 de maio, mas o ministro pode se recusar a comparecer à audiência, caso queira.

O requerimento foi protocolado pelo deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP) sob alegação de que a investigação proposta por Pimenta e acatada pelo ministro de Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, tem como alvo apenas opositores do atual governo.

Na lista de pessoas a serem investigadas estão aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), como o deputado Eduardo Bolsonaro (PL), filho dele, e o coach e pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB).

No documento, o parlamentar justifica que o objetivo é que Pimenta "preste esclarecimentos acerca da abertura de um inquérito para perseguir opositores que denunciaram falhas e abusos do governo federal na tragédia causada pelas chuvas no Rio Grande do Sul, entre outros".

Também estavam em votação requerimentos para a convocação de Lewandowski. Porém, foram retirados da pauta. A partir de um acordo com a base aliada do governo, o ministro da Justiça vai se encontrar com os deputados nesta quarta-feira, 15, para explicar a investigação.

Estadão
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