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Política

Bolsonaro: "se eu fosse racista, teria deixado Celso Negão morrer afogado"

Presidente afirmou que procura tratar todos iguais

21 out 2022 - 22h31
(atualizado às 22h34)
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O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que não ser racista ao ser questionado sobre como irá conversar o eleitorado preto e pardo do Brasil a votar nele no próximo dia 30. O governo dele teve ações irrelevantes para a equidade social, seja para negros ou LGBTQIA+, no entanto, o candidato afirmou que "procura tratar todos iguais". 

Durante o debate realizado por TerraEstadão/Rádio Eldorado, SBT, CNN, Veja e Rádio Nova Brasil nesta sexta-feira, 21, ele apontou a medalha que ganhou no Exército e mencionou, mais uma vez, ter salvo a vida de Celso Negão ao se atirar na água e puxá-lo para fora de um rio, enquanto serviam ao EB.  

"Se eu fosse racista, por exemplo, ou não me preocupasse com os negros, eu teria deixado morrer afogado, afinal de contas, eu botei a minha vida em risco", declara. 

Ele ainda afirmou que a violência contra a comunidade negra e LGBTQIA+ deminuíram em seu governo. "Nós procuramos desviar daquela pauta 'nós contra eles'. Aquilo que o PT provocou no Brasil", afirma o presidente, ao citar o sogro, ao qual chama de Paulo Negão. 

De acordo com Bolsonaro, ele usa de exemplos para que não haja segregação entre a população, e que isso, muitas vezes, "arrasta muito mais do que o poder de uma força de lei". O candidato finalizou dizendo que se governo "trata todo mundo da forma mais igualitároia no Brasil".

BM&C News
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