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Bolsonaro se alia a Feliciano para presidir Comissão de Direitos Humanos

6 fev 2014
09h01
atualizado às 15h42
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Com o atual presidente Marco Feliciano (PSC-SP) como principal aliado, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) se articula com parlamentares evangélicos para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Ele afirmou estar otimista e ter o apoio do líder de seu partido, Eduardo da Fonte (PE), na campanha. "Estou fechado com a bancada evangélica e tenho o apoio do líder do meu partido. Não acredito que o PT vai se interessar pela comissão. Isso é desejo de uma minoria do PT. Eles vão querer algo maior", afirmou Bolsonaro. As informações foram publicadas no jornal O Globo.

<p>No ano passado, Bolsonaro (PP-RJ) se envolveu em uma briga com o senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP)</p>
No ano passado, Bolsonaro (PP-RJ) se envolveu em uma briga com o senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP)
Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

Com direito a presidir duas comissões neste ano, o PP pode optar pela Comissão de Agricultura e a dos Direitos Humanos. Deputados do PT também trabalham para que a comissão volte ao comando da legenda, principalmente depois da passagem de Feliciano pelo colegiado. O PT, graças ao tamanho de sua bancada, pode presidir três comissões. Bolsonaro disse que não teme possíveis resistências que seu nome enfrentará, dada suas posições com a causa dos direitos humanos. "Não estou preocupado com isso. Tiro de letra essas críticas. Sinto que já estou com um pé dentro da comissão", ressaltou Bolsonaro. Ele informou que, se a comissão não sobrar para seu partido, já há acordo para tentar outros nomes, como do Pastor Eurico (PSB-PE) e de Marcos Rogério (PDT-RO), ambos também aliados de Feliciano.

Fonte: Terra
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