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Bolsa sobe com expectativa sobre reforma da Previdência

Movimento de alta da Bolsa coincidiu com a melhora de pares internacionais e com a revelação da minuta da reforma da Previdência

4 fev 2019
16h19
atualizado às 16h46
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O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, engrenava alta e se firmava no nível dos 98 mil pontos, muito embora as ações da Vale - segundo maior peso na carteira teórica - apresentem a maior baixa, em torno de 4,6%. O movimento de alta das ações brasileiras coincidiu com o avanço de seus pares em Nova York, um fortalecimento do bloco financeiro e ainda com a da minuta da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para a reforma da Previdência, obtida com exclusividade pelo Estadão/Broadcast. Ao mesmo tempo, o dólar seguia em sua trajetória de alta, mas em ritmo mais moderado.

Às 15h43, o Ibovespa subia 0,57%, aos 98.417,31 pontos, na máxima. Em Nova York, o Dow Jones subia 0,08% e o S&P500 ganhava 0,27%. No mercado de câmbio brasileiro, o dólar à vista avançava 0,21%, a R$ 3,6656. O DI para janeiro de 2023 estava em 8,05%, de 8,04% no ajuste anterior.

 Operadores na Bolsa de Valores de São Paulo ]
24/05/2016
REUTERS/Paulo Whitaker
Operadores na Bolsa de Valores de São Paulo ] 24/05/2016 REUTERS/Paulo Whitaker
Foto: Reuters

De acordo com o texto da PEC, o tempo mínimo de contribuição para se aposentar no Brasil deve subir dos atuais 15 anos para 20 anos. Também será proposto que o tempo mínimo para se aposentar pelo INSS será de 20 anos, com o recebimento de 60% do benefício. A cada ano a mais, acrescentará dois pontos porcentuais até chegar a 100% do benefício com 40 anos. No regime dos servidores públicos, a contribuição mínima começará com 25 anos e, para ter direito a 100% do benefício, também serão necessários 40 anos.

Há pouco também, a Vale informou por meio de fato relevante que teve conhecimento da decisão proferida pela 22ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, movida pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais, que determinou, entre outras providências, que a empresa se abstenha de lançar rejeitos ou praticar qualquer atividade potencialmente capaz de aumentar os riscos das barragens Laranjeiras, Menezes II, Capitão do Mato, Dique B, Taquaras, Forquilha I, Forquilha II e Forquilha III. A empresa vai recorrer ainda hoje da decisão de interromper o funcionamento da mina de Brucutu, a segunda maior do País, apurou o Estadão/Broadcast.

Estadão
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