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Polícia

SP: mãe recebe alta, mas não lembra que filho matou as irmãs

4 out 2011 - 20h08
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Wagner Carvalho
Direto de Bauru

A mãe do homem que matou duas irmãs e se suicidou em seguida, Ana Maria Pacheco de Almeida Prado, 89 anos, não lembra das cenas que presenciou em sua casa, em Jaú (269 km de São Paulo). Liberada pelos médicos nesta terça-feira, ela havia sido levada às pressas para a Santa Casa em estado de choque no domingo.

Francisco Miranda de Almeida Prado, 59 anos, atirou à queima roupa na cabeça das duas irmãs - Ana Carolina, 66 anos, e Ana Cecília, 60 anos -, e depois se matou. O delegado Euclides Salviato Júnior considera que os depoimentos da mãe e de outro filho, João Batista de Miranda Almeida Prado Neto, sejam peças chave para conclusão do inquérito. Salviato pretende ouvi-los nas próximas 48 horas a fim de conseguir respostas sobre o motivo do crime. Entre as questões pendentes estão como seria a partilha dos bens da família e de quem era a arma utilizada nos disparos.

A família Almeida Prado é uma das mais tradicionais da cidade e possui diversos imóveis, cabeças de gado e veículos. O sobrenome pode ser visto em ruas e prédios públicos da cidade. João Batista não mora em Jaú, mas em Lençóis Paulista (a 80 km de Jaú) e resolveu adotar o silêncio sobre o caso. O advogado deverá falar somente à Polícia Civil.

A família teme a reação de Ana Maria ao saber do ocorrido. Religiosa assim como as filhas, que faziam parte do corpo de ministros da eucaristia da paróquia Nossa Senhora do Patrocínio, a família deverá contar com auxílio do padre e de uma psicóloga para contar sobre o crime à idosa.

Fonte: Especial para Terra
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