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Polícia

RJ: ex-comandante do batalhão de choque é o novo corregedor da PM

3 out 2011 - 18h43
(atualizado às 18h52)
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O coronel Waldyr Soares Filho, 47 anos, há 26 anos na Polícia Militar, sai do Batalhão de Polícia de Choque para comandar a Corregedoria Interna da corporação. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo novo comandante-geral da PM, coronel Erir Ribeiro Costa Filho. Waldyr já comandou a 1ª Companhia Independente da PM (CIPM) no Palácio Guanabara, trabalhou na Corregedoria Geral Unificada (CGU) e foi chefe da Assessoria Jurídica do Gabinete do Comandante-Geral.

A chefia do Estado-Maior Administrativo será assumida pelo coronel Robson Rodrigues da Silva, 47 anos, que deixa o Comando de Polícia Pacificadora (CPP). Antes de comandar o CPP, o mestre em antropologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) foi coordenador de Análise Criminal, comandante do Batalhão de Polícia de Choque, vice-presidente do Instituto de Segurança Pública, subcomandante da Academia Dom João VI e subcomandante do 22º BPM (Maré).

Com a saída de Robson Rodrigues da Silva do CPP, o cargo será ocupado pelo coronel Rogério Seabra Martins, 44 anos, que deixou a chefia da Diretoria Geral de Pessoal. Antes disso, ele comandou a 1ª CIPM (Palácio Guanabara), 34ª BPM (Magé), foi assessor-chefe de Comunicação Social da PM, coordenou o Programa Educacional de Resistência ao uso de Drogas (Proerd) e comandou o 19º BPM (Copacabana). Do batalhão, foi nomeado diretor de Finanças da corporação. É bacharel em jornalismo e fez pela UFF o curso de Políticas Públicas e sistemas de Justiça Criminal.

O ex-comandante-geral da PM, coronel Mário Sérgio Duarte, pediu demissão na semana passada alegando ser o responsável pela escolha de comandantes, chefes e diretores da corporação e, portanto, a autoridade sobre a qual pesa a nomeação do tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, indiciado pela execução da juíza Patrícia Acioli no dia 11 de agosto.

Juíza estava em "lista negra" de criminosos

A juíza Patrícia Lourival Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, foi assassinada a tiros dentro de seu carro, por volta das 23h30 do dia 11 de agosto, na porta de sua residência em Piratininga, Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Segundo testemunhas, ela foi atacada por homens em duas motos e dois carros. Foram disparados mais de 20 tiros de pistolas calibres 40 e 45, sendo oito diretamente no vidro do motorista.

Patrícia, 47 anos, foi a responsável pela prisão de quatro cabos da PM e uma mulher, em setembro de 2010, acusados de integrar um grupo de extermínio de São Gonçalo. Ela estava em uma "lista negra" com 12 nomes possivelmente marcados para a morte, encontrada com Wanderson Silva Tavares, o Gordinho, preso em janeiro de 2011 em Guarapari (ES) e considerado o chefe da quadrilha. Familiares relataram que Patrícia já havia sofrido ameaças e teve seu carro metralhado quando era defensora pública.

Fonte: Terra
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