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Polícia

PMs teriam cobrado R$ 200 mil para liberar suspeito no RJ

27 abr 2010 - 04h58
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A 22ª Delegacia de Polícia abriu inquérito para investigar uma suposta extorsão que o suspeito de vários assaltos na Zona Norte, Emerson Ventapane da Silva, o Mão, teria sofrido por parte de policiais do 9º BPM (Rocha Miranda), na madrugada do dia 15. Na semana passada, o comandante do batalhão instaurou sindicância interna para apurar as denúncias de que o suspeito teria pago R$ 200 mil e entregue quatro fuzis para ser liberado.

O suspeito teria sido capturado dentro de um carro, na Rua Guirareia, em Irajá, com quatro comparsas. Segundo a denúncia, todos foram levados para a 27ª DP (Vicente de Carvalho), mas seus antecedentes não foram pesquisados. De lá, seguiram para a 22ª DP, onde os cúmplices de Mão tiveram as fichas criminais averiguadas e foram liberados. Não há registro de que Mão tenha passado pela DP.

As suspeitas, levantadas em investigações da Polícia Civil, são que os PMs teriam negociado a liberdade do criminoso, principal suspeito de ter atacado uma patrulha do 9º BPM, no dia 13 de abril. O ataque feriu gravemente dois policiais: Douglas Souza da Silva e Júlio César Maciel.

"Abri sindicância para apurar. Ouvimos os policiais separadamente, além de testemunhas que presenciaram as diligências deles no dia. Com o que ouvimos, reforçamos a convicção de que tudo não passa de boatos, um mal-entendido. Houve muita especulação, mas todos contam a mesma versão. Se a Polícia Civil está investigando, acho ótimo", diz o comandante do 9º BPM, coronel Edvaldo Camelo.

Como O DIA noticiou domingo, Mão e outros 60 ladrões do Complexo da Penha são investigados por pelo menos 18 homicídios em 20 bairros da Zona Norte. Na 22ª DP, o inquérito 2.978 trata, além da extorsão, de um suposto abuso de autoridade que teria sido praticado pelos PMs, entre eles um oficial. Outra denúncia é de que, em março, Mão teria sofrido outra extorsão.

Fonte: O Dia
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