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Polícia

PM investigará denúncias de extorsão a 'Robocop'

4 ago 2009 - 20h07
(atualizado em 4/8/2009 às 00h39)
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A Polícia Militar instaurou, na tarde desta segunda-feira, um procedimento apuratório sobre a denúncia do suposto traficante William Rodrigues Vieira, 34 anos, conhecido como Robocop e apontado como o chefe do tráfico de drogas do morro do Borel, zona norte do Rio de Janeiro. Em depoimento na 17ª Delegacia de Polícia (São Cristóvão), no domingo, após sua prisão, Robocop afirmou que teria sido extorquido por policiais militares que o prenderam em uma casa na favela. Segundo o bandido, PMs teriam pedido R$ 200 mil, armas e ouro.

De acordo com o advogado do preso, interceptações telefônicas teriam flagrado a extorsão e a Polícia Civil foi acionada para tentar prender os policiais militares. Policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), com um helicóptero, foram ao morro no momento da prisão de Robocop.

O comandante do 6º Batalhão da PM (Tijuca), Fernando Príncipe, afirmou que a Core foi acionada para dar apoio na saída da polícia da favela. Ele afirmou que abriu um procedimento para investigar os PMs, mas que eles teriam que ser muito irresponsáveis para extorquir o suspeito numa situação dessas.

A prisão aconteceu por volta das 15h de domingo, na ladeira do Moreira, um dos acessos à favela. Quando policiais entraram na casa, Robocop estava deitado na cama e não reagiu.

O imóvel tinha uma cama, um aparelho de ar condicionado e garrafas de água. Com o bandido, os PMs apreenderam duas pistolas 9 mm, duas espingardas calibre 12, 150 sacolés de cocaína e 90 pedras de crack. O suspeito responde por homicídio, formação de quadrilha, associação para o tráfico de drogas e corrupção de menores.

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