Ex-CEO da Hurb é preso com documento falso e tornozeleira descarregada em aeroporto do Ceará
João Ricardo Mendes foi detido na noite desta segunda-feira, 5, após funcionários da companhia aérea acionarem a polícia
João Ricardo Mendes, ex-CEO da Hurb, foi preso no Ceará por uso de documento falso e tornozeleira eletrônica descarregada ao tentar embarcar para São Paulo.
João Ricardo Mendes, ex-CEO da Hurb, foi preso na noite de segunda-feira, 5, por uso de documento falso e tornozeleira eletrônica descarregada. A prisão ocorreu no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no litoral do Ceará, quando o empresário tentava embarcar para o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
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De acordo com a Polícia Militar do Ceará, os funcionários da companhia aérea e a equipe de segurança do aeroporto suspeitaram de irregularidade na hora do embarque. Com a desconfiança, as autoridades foram acionadas para averiguar a situação e constataram que o documento estava falsificado.
João Ricardo também estava utilizando uma tornozeleira eletrônica descarregada. Diante da irregularidade, o ex-CEO da Hurb foi preso e encaminhado à Delegacia Regional de Acaraú, pela Central de Procedimentos Digitais, onde foi instaurado o Inquérito Policial.
O empresário foi autuado com base no artigo 304 do Código Penal Brasileiro, que trata do uso de documento falso.
Em abril de 2025, João Ricardo já tinha sido preso acusado de furtar obras de arte de um hotel e um escritório no Rio de Janeiro. Ele deixou a prisão em agosto, depois de permanecer por três meses na Penitenciária Evaristo de Moraes, no Rio de Janeiro.
Após a saída, o empresário foi proibido de sair do estado sem autorização judicial e teve o passaporte confiscado.
Em nota enviada ao Terra, a defesa de João Ricardo informou que o empresário já foi liberado em audiência de custódia.
"Demonstramos ao Ministério Público e ao Juízo que seria medida era a mais apropriada, entendimento que foi acolhido por ambos. No momento, a prioridade é o restabelecimento de sua saúde plena, com acompanhamento médico adequado", informou o advogado Vicente Donnici.