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Polícia

Casas de chacina em SP têm sinais de sangue e marca de tiro na parede

As duas casas onde cinco pessoas da família Pesseghini foram encontradas mortas já estão vazias, mas ainda guardam as marcas da tragédia

25 ago 2013 - 21h28
(atualizado às 21h34)
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<p>Após o crime, a casa foi pichada </p>
Após o crime, a casa foi pichada
Foto: Marcos Bezerra / Futura Press

Marcas de sangue e tiros nas paredes ainda podem ser vistas nas duas casas onde na noite de segunda-feira, dia 5 de agosto, cinco pessoas da mesma família foram encontradas mortas, todas com tiro na cabeça. Dentro dos imóveis, na Brasilândia, zona norte de São Paulo, já não há mais móveis, como mostrou o programa Fantástico, da TV Globo, neste domingo.

Vinte dias depois das mortes, a polícia diz ter certeza que o garoto Marcelo, 13 anos, assassinou os quatro parentes, foi à escola e se matou em seguida. A investigação ouviu 41 pessoas. Dentro de um quarto da casa onde vivia a avó Benedita e a irmã mais nova dela, Bernadete, ainda é possível ver as marcas de sangue na parede ao lado da cama onde elas dormiam.

Na casa ao lado, onde Marcelo morava com a mãe e o pai, é possível ver uma marca de tiro, assinalada pela perícia com o número seis. Alguns objetos pessoais do garoto, como cadernos escolares e jogos, ainda estão lá. Também há remédios e seringas, pois ela tomava insulina para diabetes e sofria de fibrose cística.

Chacina de família desafia polícia em São Paulo
Cinco pessoas da mesma família foram encontradas mortas na noite de segunda-feira, dia 5 de agosto, dentro da casa onde moravam, na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Entre os mortos, estavam dois policiais militares - o sargento Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos, e a mulher dele, a cabo de Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos. O filho do casal, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, também foi encontrado morto, assim como a mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e a irmã de Benedita, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos.

A investigação descartou que o crime tenha sido um ataque de criminosos aos dois PMs e passou a considerar a hipótese de uma tragédia familiar: o garoto teria atirado nos pais, na avó e na tia-avó e cometido suicídio.

A teoria foi reforçada pelas imagens das câmeras de segurança da escola onde Marcelo estudava: o adolescente teria matado a família entre a noite de domingo e as primeiras horas de segunda-feira, ido até a escola com o carro da mãe, passado a noite no veículo, assistido à aula na manhã de segunda e se matado ao retornar para casa.

Os vídeos gravados pelas câmeras mostraram o carro de Andreia sendo estacionado em frente ao colégio por volta da 1h15 da madrugada de segunda-feira. Porém, a pessoa que estava dentro do veículo só desembarcou às 6h30 da manhã. O indivíduo usava uma mochila e tinha altura compatível à do menino: ele saiu do carro e caminhou em direção à escola.

Fonte: Terra
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