Após desocupação de prédios, sem-teto ainda 'moram' nas ruas de SP
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Após deixarem o prédio de três andares na esquina das avenidas Ipiranga e São João, sem-tetos permanecem sem moradia e tendo que recorrer a instalações no meio de ruas
Foto: Fernando Borges / Terra
Desde quinta-feira, famílias dormem nas ruas
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Criança dorme próxima a chão sujo. Cerca de 400 sem-tetos que ocupavam o prédio que foi desocupado em cumprimento do mandado de reintegração de posse expedido pela Justiça
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No domingo, uma ação da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo (GCM) terminou em um confronto que deixou vários feridos, de acordo com o movimento Frente de Luta por Moradia (FLM)
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Após deixarem o prédio de três andares na esquina das avenidas Ipiranga e São João, sem-tetos permanecem sem moradia e tendo que recorrer a instalações no meio de ruas
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Cerca de 230 famílias estavam acampadas nas calçadas com sofás, barracas e lonas
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Muitas crianças eram encontradas no local nesta manhã
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Junto aos pertences pessoais, sem-teto fixaram cartazes em protesto à falta de moradia
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A proposta do grupo é a de se manter alojado nas calçadas até que a prefeitura apresente uma proposta para as famílias, que afirmam não terem para onde ir
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A FLM afirma ter a posse de uma liminar que obriga o poder público a providenciar alojamento e abrigo a todos os moradores
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Atualmente, a Frente de Luta por Moradia ocupa 8 prédios na região central de São Paulo
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Segundo dados da entidade, nesses prédios há cerca de 4 mil pessoas alojadas
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Embaixo das cobertas, menina acorda em alojamento providenciado no meio da rua