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Queiroz teria movimentado R$ 7 milhões em 3 anos, diz jornal

Além do 1,2 milhão de reais movimentados entre 2016 e 2017, Coaf notou que também houve transações de de 5,8 milhões de reais

20 jan 2019 - 11h23
(atualizado às 12h02)
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O valor total de movimentações financeiras consideradas atípicas pelo Coaf em uma das contas do ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), Fabrício Queiroz, pode chegar a 7 milhões de reais em três anos, informa o jornal O Globo neste domingo.

Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL), em entrevista ao SBT antes de passar por cirurgia em São Paulo
Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL), em entrevista ao SBT antes de passar por cirurgia em São Paulo
Foto: Reprodução/SBT / Estadão Conteúdo

Conforme a publicação, o Conselho de Controle de Atividade Financeiras notou que, além do 1,2 milhão de reais movimentados entre 2016 e 2017, algo revelado em dezembro, houve também transações de 5,8 milhões de reais nos dois exercícios anteriores, totalizando, portanto, 7 milhões de reais.

À época, Queiroz trabalhava no gabinete do então deputado estadual do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro.

Na noite de sábado, uma reportagem do Jornal Nacional, da TV Globo, destacou que o Coaf também identificou um pagamento de pouco mais de 1 milhão de reais de um título bancário da Caixa Econômica Federal na conta de Flávio Bolsonaro.

O relatório do órgão vinculado ao Ministério da Justiça e da Segurança Pública aponta que Flávio recebeu em sua conta 48 depósitos, sempre no valor de 2 mil reais, entre junho e julho de 2017.

Procurado por meio de sua assessoria, Flávio Bolsonaro não respondeu de imediato a questionamentos da Reuters.

Na quinta-feira, o presidente em exercício do STF, Luiz Fux, suspendeu a investigação sobre movimentações financeiras atípicas do ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) tendo como principal justificativa o fato de que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) teria pedido informações ao Coaf de dados bancários sigilosos sobre o filho do presidente Jair Bolsonaro mesmo após ele ter sido eleito senador.

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